segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Atleta patrocinado pela RGM é campeão Paulista de Muay Thai



Aconteceu no último final de semana (22 e 23 de outubro), o Campeonato Paulista de Muay Thai, realizado pela realizado pela Federação Paulista de Muay Thai (FPMT) e pela Confederação de Muay Thai do Brasil (CMTB).


No dia 22 aconteceram as lutas das categorias feminino e sub-17 e no dia 23, a categoria adulto. Na categoria adulto até 85Kg, o atleta Nayro “Pato” Rodrigues obteve o título de campeão paulista de muay thai.


No início da luta Pato levou um forte chute baixo e quase não conseguiu voltar. Voltou para luta, partiu para cima do seu adversário e na disputa por uma melhor posição no clinch lesionou o ombro do oponente levando a desistência da luta.


Pato Rodrigues é atleta patrocinado pela RGM Educação Física e Consultoria Esportiva.
No mês de novembro e dezembro acontecerão mais dois campeonatos de Muay Thai onde os outros atletas que patrocinamos entraram no ring prontos para a luta!

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Aos 50, você pode estar tão bem quanto um trintão

Cinquentões que começam a levar a atividade física não tão a sério por acharem que, afinal, não é possível enganar o tempo, podem botar as barbas de molho. Estudo da Universidade de Ciência e Tecnologia da Noruega afirma que praticar atividade física é o fator mais importante para determinar o nível de condicionamento de uma pessoa, e não a idade, como muitos creem.


Segundo os pesquisadores, alguém de 50 anos pode ser tão ou mais bem condicionado que uma pessoa de 20. "A condição física é o elemento mais importante para descrever a saúde de uma pessoa, quase como se fosse a sua identidade", diz Stian Aspenes, um dos autores da pesquisa


O estudo concluiu que quão intenso você pratica o seu exercício é a chave para determinar o nível de condicionamento, independentemente da idade. Melhor: intensidade é muito mais do importante do que a quantidade de atividade física que você faz.


Aumentar a intensidade, por exemplo, afasta os riscos de síndrome metabólica, condição que predispõe ao diabetes tipo 2 a a doenças do coração. Outra conclusão: os treinos intervalados, mais especificamente um treino onde o estímulo de alta intensidade e o descanso têm 4 min de duração, é a maneira mais rápida de melhorar todos os índices ligados ao condicionamento físico, como o VO2 máx e a porcentagem de gordural corporal.

Fonte: Sport Life

Exercício: tão bom quanto analgésico

Quem sofre de enxaqueca provavelmente já ouviu do seu médico que deve praticar atividade física. Mas até recentemente, essa recomendação era feita sem nenhum suporte científico, quer dizer, não havia, até poucas semanas atrás, nenhuma comprovação de que o exercício pudesse realmente ser usado no tratamento contra esse mal.

Mas pesquisa da Univeridade de Gotemburgo, publicada na revista científica Cephalgia, descobriu que a prática de atividade física - sob supervisão, claro - foi capaz de ter os mesmos efeitos sobre a dor de cabeça que um dos remédios mais usados para tratá-la: o topiramato.

"Concluímos que o exercício pode agir como uma alternativa ao topiramato quando se trata de prevenir os episódios de enxaqueca", disse Emma Varkey, autora do estudo

Fonte: Sport Life

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Queime calorias e fortaleça os músculos com natação



Um esporte de baixo impacto, com alto gasto calórico e relaxante. Não é de se espantar que a natação seja uma das atividades mais disputadas das academias. "Ela traz muitos benefícios dos quais podemos tirar proveito para ter uma vida mais saudável, um corpo equilibrado e, principalmente, a chance de queimar calorias de uma maneira prazerosa", explica professor de natação da Companhia Athlética Giann Fernandes da Silva.

Uma aula de natação queima, em média, 600 kcal por hora, valor que pode variar dependendo da intensidade do exercício e do metabolismo do praticante. O nado borboleta, por exemplo, é o mais difícil, mas também o que mais emagrece (770 kcal/hora). Atrás dele estão crawl, costas e peito, empatados (560 a 630 kcal/hora).

A natação pode ser praticada por alunos com problemas respiratórios, até obesos, deficientes físicos e gestantes. "Na piscina, a sensação de peso é reduzida em função do empuxo da água contra o nosso corpo", explica Giann. Essa força pode chegar a até 80% do nosso peso real. "Além disso, a água oferece maior sensação de estabilidade, retorno venoso e resistência", completa o professor.

A natação queima mais calorias do que outras atividades de baixo impacto, como a caminhada, por exemplo. Por esse motivo, ela é indicada para quem tem pressa em perder peso, mas não suporta o desgaste de atividades muito puxadas. O risco de lesões é mínimo porque não há impacto sobre as articulações.

Mas lembre-se: a prática de qualquer atividade física requer autorização médica. No caso de atividades aquáticas também é necessária a apresentação de um exame dermatológico.

No que diz respeito ao trabalho muscular, a natação é completa. "As atividades executadas na água exigem o trabalho de pernas, braços, abdome. A execução igual e bilateral dos movimentos garante o desenvolvimento equilibrado e amplo de todos os músculos", esclarece Giann. E não para por aí. Nadar demanda ritmo, amplitude de movimento e coordenação motora. Além de trabalhar o sistema cardíaco e respiratório, melhorando o condicionamento físico.

Ao nadar, preste atenção à respiração. A inspiração é feita pela boca, enquanto a expiração pode ser tanto pelo nariz, como pela boca. Para melhorar o fôlego, você pode trabalhar com exercícios de apneia, isto é, longos períodos sem respirar. Se quiser aumentar a intensidade do exercício, recorra a equipamentos como palmares e nadadeiras.

Ao nadar em piscinas aquecidas em dias frios deixe sempre um roupão por perto, para evitar choque térmico ao sair da água. Alongue-se bem, para prevenir cãibras e consuma um carboidrato de rápida absorção antes da aula, para ter pique. Lembre-se também de beber bastante líquidos. Mesmo que você não sinta, seu corpo está sim transpirando debaixo d'água.

O cloro das piscinas é prejudicial aos olhos e cabelos. Use óculos de natação para impedir o contato dos olhos com a água e lave bem o cabelo depois da aula. Outro vilão usado para tratar as piscinas, o sulfato de cobre pode deixar suas madeixas com uma cor esverdeada, especialmente se você for loira.

Fonte: Minha vida

Exercícios em excesso podem aumentar vulnerabilidade a doenças

Está mais do que comprovada a importância da prática de atividades físicas para manter a saúde.

Entretanto, uma pesquisa da Universidade Cruzeiro do Sul traz um novo dado para modificar esse estigma: a malhação em excesso pode tornar as pessoas mais suscetíveis a doenças.

O estudo foi realizado com ratos que correram em uma esteira até a exaustão.

A descoberta foi surpreendente: uma única sessão de treino intenso foi capaz de estimular a apoptose, uma espécie de suicídio, desses animais.

Em resumo, concluiu a pesquisa, o esforço físico demasiado diminui a resistência contra gripes e resfriados. Além disso, eleva concentração dos radicais livres, moléculas que, em altas doses, são nefastas ao sistema imunológico.

Isso não significa abolir os exercícios físicos. Mas deve-se ter atenção para a intensidade do treinamento e a frequência com que ele é realizado. Para isso, o ideal é sempre ter o acompanhamento de um profissional especializado.

Fonte: R7

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Dormir mais pode ajudar mulheres a emagrecer após o parto

Estudos americanos com mães descobriram que aquelas que dormem cinco ou menos horas por dia durante os seis primeiros meses após o parto têm três vezes mais chances de reter os quilos extras acumulados na gravidez do que aquelas que têm sete ou mais horas de sono por dia. "A privação do sono pode causar alterações nos níveis de hormônios envolvidos na regulação do apetite", explica Sirimon Reutrakul, médica da Universidade de Chicago Medical Center.

Outra evidência de que a qualidade de sono é fundamental para a recuperação das novas mães está na pesquisa de Truls Ostbye, professor e vice-presidente do Departamento de Medicina Familiar e da Comunidade do Centro Médico da Universidade de Duke, na Carolina do Norte. Um estudo conduzido por ele é voltado para a perda de peso após o parto em mulheres que já tinham sobrepeso antes da gravidez. Os dados preliminares mostram que as que dormem menos de seis horas perdem menos peso das seis primeiras semanas ao primeiro ano após o nascimento do bebê.

Fonte: Época

O segredo, então, é dormir mais após o parto? Ter mais horas de sono é importante, mas praticar atividades físicas e ter uma boa dieta são fundamentais sempre que o objetivo for perder peso.Para muitas mulheres, a retenção de peso pós-parto é um problema grave, porque pode levar, a longo prazo, a um ganho de peso real. Os estudos mostram que até 20% das mulheres mantêm pelo menos 11 quilos em 6 a 18 meses após o parto.

É preciso lembrar, porém, que uma boa noite de sono não depende exclusivamente da mãe. Há outros fatores que podem contribuir para as horas acordada. Apenas o fato de ter um recém-nascido em casa já é o bastante para tirar o sono das novas mamães. Além disso, a presença de outras crianças pequenas em casa, uma possível depressão pós-parto, doenças do bebê e o trabalho podem alterar diretamente a rotina da noite das mulheres.

7 mitos sobre emagrecer com exercícios físicos

Professores de Educação Física que trabalham diariamente com pessoas que querem emagrecer a todo custo – principalmente no verão – costumam escutar bobagens absurdas. Com Marcio Atalla, colunista de ÉPOCA (leia aqui suas colunas), não é diferente. Junto com ele, ÉPOCA apurou sete mitos mirabolantes que servem de muletas às frustrações de não conseguir emagrecer. Segundo Atalla, para a atividade física ter resultados, ela precisa de três fatores: frequência com que é feita na semana, duração do exercício e intensidade com que ele é feito.

Você caminha no parque papeando com a amiga e acha que vai emagrecer? Ledo engano. Mas, ainda assim, é melhor do que ficar em casa, parada e, pior, comendo. Leia os mitos abaixo e confira se você está cometendo alguns desses pecados.


1. Subir escadas faz perder gordura localizada
Mito dos brabos. O primeiro problema é que a pessoa que acredita nisso e começa a subir escadas em vez de ir de elevador não consegue ultrapassar o segundo andar. Mesmo que consiga chegar ao quarto, sua respiração estará tão ofegante que ela irá parar. Esse exercício que ela acabou de fazer foi anaeróbico, fazendo seus batimentos cardíacos dispararem. Para perder gordura localizada indica-se exercícios aeróbicos e durante 30 minutos, ou mais, permanecendo numa frequência cardíaca não tão alta. "Uma pessoa sedentária não vai conseguir manter essa atividade porque sua frequência vai subir, e frequência alta não é eficiente para perder gordura", diz Atalla.

O que há de bom em subir as escadas: A Organização Mundial de Saúde (OMS) sugere que uma pessoa suba 9 andares por dia. Essa sugestão faz parte de uma campanha para que a população mundial comece a se movimentar mais, no combate à obesidade. Além disso, tal atividade melhora o condicionamento físico. Mas não adianta subir três lances de escada e pegar o carro para ir à padaria, que fica a três quadras da sua casa – as ações precisam ser tomadas em conjunto. Uma hora subindo escadas gasta em média 1.000 calorias. Mas nem mesmo um profissional treinado consegue passar dos 20 minutos...


2. Abdominal emagrece
Mito barrigudo. Nenhum abdominal do mundo pode fazer emagrecer. Ele não é suficiente para perder gordura localizada. Esse tipo de exercício fortalece a musculatura, mas não faz a gordura desaparecer. A pessoa que faz muitos abdominais todos os dias pode até ter uma barriga tanquinho, mas debaixo de uma pancinha de gordura.

O que há de bom nos abdominais: combinado a exercícios aeróbicos, que irão queimar as gorduras, podem revelar um abdome durinho.


3. Malhar em jejum emagrece
Mito perigoso. Ao levantar, normalmente um pessoa está há oito horas sem comer e com a taxa de glicose bem baixa no sangue. Com a glicose baixa, e para todas as atividades físicas, de tomar banho a malhar, o corpo deverá se alimentar de outra fonte de energia e, antes de escolher a gordura, foca na massa muscular. A pessoa acaba perdendo massa muscular sem perder gordura. E pode até desmaiar. Antes de malhar, coma uma fonte de carboidrato leve, uma fruta, um suco ou um pedacinho de pão. E, ao longo das duas horas posteriores à atividade, faça uma refeição mais completa. Essas horas são as mais importantes para se alimentar. É nesse momento que seu metabolismo está acelerado, hora certa de repor os carboidratos, proteínas e boas fontes de gorduras (como azeite, castanha e leite desnatado), perdidos durante o exercício.


4. Suar significa emagrecer
Mito molhado. "Eu vejo gente que coloca roupas superpesadas para transpirar mais durante o exercício, pensando que isso ajuda a emagrecer", diz Atalla. Pelo contrário: a pessoa vai desidratar, cansar-se mais rapidamente, fazer menos atividade física porque vai parar antes do que deveria e o resultado só piora. Da mesma forma, medicamentos diuréticos, que aceleram a eliminação da água do corpo através da urina, fazem perder até 2kg. No dia seguinte, a pessoa que ingeriu o remédio repõe naturalmente esses quilinhos apenas com as refeições tradicionais. Pior: os diuréticos fazem o corpo perder muitos sais minerais, causando um desiquilíbrio de cálcio e potássio que é muito perigoso. "E começa a fica mais perigoso ainda em mulheres perto dos 40 anos, próximas à menopausa. Perder cálcio pode levar à osteoporose", afirma o especialista.


5. Musculação não emagrece
Mito forte. Apenas um exercício localizado não faz emagrecer. Mas fazendo todos os exercícios da musculação, você pode emagrecer, sim. Como? Aumentará sua massa muscular, o que faz aumentar seu metabolismo. Para o corpo continuar vivo, precisa de 40 calorias por dia para manter 1kg de músculo. Para manter 1kg de gordura, bastam 5 ou 6 calorias. Ou seja, o gordinho tem um metabolismo menor que o musculoso, sendo que este último precisa de muito mais calorias só para respirar (e provavelmente tem hábitos mais saudáveis que o primeiro).


6. Caminhar emagrece
Mito leve. Não é o simples fato de caminhar que faz emagrecer e eliminar gorduras, mas o ritmo correto da caminhada. Se a pessoa consegue caminhar e conversar, está muito leve. Por outro lado, se ela não consegue trocar nenhuma frase com outra pessoa, a caminhada está muito pesada. O ideal é que ela não esteja tão confortável a ponto de não conseguir conversar e nem tão ofegante que não consiga falar direito. Outro detalhe é o tempo. Indica-se ao menos 30 minutos de caminhada porque, a partir do vigésimo minuto, a gordura passa a ser fonte primária da queima de energia no exercício físico. "Uma boa dica é da OMS: acumular 150 minutos durante a semana, ou 30 minutos por cinco dias", afirma Atalla.


7. É melhor não fazer nada do que ser atleta de fim de semana
Mentira. Fazer exercício físico só no fim de semana é melhor do que não fazer nunca, mas deve ser controlado: tanto na intensidade quanto no tempo – de 1h a 2h. Não pode exagerar: jogar três partidas seguidas de futebol, por exemplo, pode ser prejudicial. Esse tipo de "atleta de fim de semana" controlado consegue melhorar um pouquinho seu sistema cardiovascular, mas não vai emagrecer. A atividade física é importante porque mantém os fatores de risco mais controlados, diminuindo a glicemia e a pressão.

Fonte: época

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Musculação vira remédio para idoso combater doenças



Estima-se que a frequência de pessoas com mais de 60 anos nas academias de ginástica tenha aumentado cerca de seis vezes nos últimos dez anos

Exercícios físicos se tornaram tão importantes quanto os remédios no tratamento de doenças como osteoporose, osteoartrose e artrite reumatoide. Não à toa, estima-se que a frequência de pessoas com mais de 60 anos nas academias de ginástica tenha aumentado cerca de seis vezes nos últimos dez anos.

De olho nesse filão, muitos estabelecimentos têm feito parcerias com consultórios médicos e oferecido descontos e atividades específicas para os idosos por eles encaminhados. Surgiram até academias especializadas nesse público, com equipe médica própria e instalações adaptadas a quem tem mobilidade reduzida.

O boom teve início após a comprovação, no início da década passada, de que exercícios com sobrecarga são capazes de impedir o avanço da osteoporose, conta Kleber Pereira, presidente da Associação Brasileira de Academias (Acad). "Os médicos passaram a recomendar a musculação para os idosos, que hoje representam quase 30% de nossos alunos."

Estudos recentes têm demonstrado os benefícios da musculação para outro problema que atinge quase 60% das pessoas com mais de 60 anos: a osteoartrose. Caracterizada pelo desgaste das articulações, a doença causa dor e restringe os movimentos.

"Até pouco tempo atrás, pacientes com artrose recebiam a recomendação de praticar apenas atividades leves e evitar carregar peso ou subir escadas", conta Julia Greve, coordenadora do Laboratório de Estudos do Movimento (LEM) da Faculdade de Medicina da USP. Mas hoje já se sabe que o fortalecimento da musculatura reduz a sobrecarga na articulação, diminui a dor e recupera a amplitude dos movimentos.

Fonte: Veja

Veja a relação entre exercício físico e sistema imunológico

O exercício físico é bom ou ruim para o sistema imunológico?

Vivemos um momento em que a busca da saúde se torna algo primordial, devendo prevalecer inclusive sobre os aspectos de rendimento e estética que o exercício físico pode proporcionar.

Recentemente tem-se noticiado a respeito do câncer linfático que ocorre mesmo em pessoas com estilos de vida saudável e rotina de atividades físicas. Alguns profissionais tem feito a ligação entre exercícios intensos e possível estresse no sistema imunológico podendo assim progredir para um câncer. Até que ponto isso procede?

Sabe-se que a atividade física moderada (algo abaixo de 70% da frequência cardíaca máxima) tem influência positiva sobre o sistema imunológico, entretanto atividades mais intensas do que isso podem gerar uma sobrecarga a mais no sistema.

Devemos lembrar que não somente os exercícios intensos, mas o estresse, a má nutrição, a fadiga, a falta de sono, o tabagismo, a velhice e o estresse estão na lista dos fatores que diminuem a ação do sistema imunológico.

Exercícios moderados e regulares aumenta a imunidade?

Há algumas coisas que parecem nos proteger de resfriados e gripe. Uma dessas coisas parece ser o exercício moderado e consistente. Vários estudos mostraram que exercícios recreativos causaram menos ocorrências de resfriados. Exercício moderado tem sido associado a uma resposta do sistema imunológico aumentando a produção de macrófagos, as células que atacam as bactérias. Acredita-se que o exercício regular e consistente pode levar a benefícios substanciais na saúde do sistema imunológico em longo prazo.

Exercício demais pode diminuir a imunidade?

No entanto, há também evidências de o exercício intenso pode reduzir a imunidade. Uma pesquisa mostrou que mais de 90 minutos de alta intensidade de exercícios pode fazer os atletas ficarem mais suscetíveis a doenças por até 72 horas após a sessão de exercício. Esta é uma informação importante para aqueles que competem em eventos mais longos, como maratonas ou triatlos.

Exercício intenso parece causar uma redução temporária da função do sistema imunológico. A investigação descobriu que durante o esforço físico intenso, o corpo produz certos hormônios que baixam a imunidade temporariamente. Cortisol e adrenalina, conhecidos como os hormônios do estresse, elevam a pressão arterial e os níveis de colesterol, suprimindo o sistema imunológico.

Para evitar esse quadro fique atento aos sintomas do over training - como aumento da frequência cardíaca de repouso, recuperação mais lenta da frequência cardíaca, irritabilidade ou tristeza geral e fadiga - dessa forma é necessário abaixar a intensidade e volume dos seus treinos.

Se você já está doente, você deve ter cuidado com exercícios intensos. Seu sistema imunológico já está sobrecarregado pelo combate a infecções e o estresse adicional pode prejudicar a sua recuperação. Em geral, se você tiver sintomas de resfriado leve e sem febre, exercícios leves ou moderados podem ajudar a se sentir um pouco melhor e realmente impulsionar o seu sistema imunológico. O exercício intenso só vai piorar as coisas e, provavelmente, estender a sua doença.

Estresse psicológico também reduz a imunidade?

Não é só o estresse físico que aumenta a liberação de cortisol e adrenalina. Estresse psicológico também pode prejudicar a imunidade e levar a um aumento das infecções de gripes e resfriados.
Lembre-se, prestar atenção aos sinais do seu corpo é fundamental para a busca de uma vida mais saudável e tranquila.

Por: Roque Luz

Fonte: Gazeta Online

Praticar exercício físico aumenta o Q.I

Jovens que praticam exercício físico regularmente têm o Quociente Intelectual mais alto e são mais propensos a estudar na universidade, de acordo com pesquisa da Academia Sahlgrenskam na Suécia.

Os efeitos positivos são notados especialmente no pensamento lógico e na compreensão verbal. Estar em forma significa, além de ter coração forte e uma ótima capacidade pulmonar, o cérebro recebe uma grande quantidade de oxigênio.

O estudo mostra ainda que se o exercício é praticado com regularidade entre os 15 e 18 anos, o desempenho cognitivo aumenta. A isso se soma o fato de que foi comprovado que os indivíduos que estavam aptos aos 18 anos eram mais propensos a ingressar no ensino superior e mais qualificados para obter empregos de sucesso.

Fonte: Universia