segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Atleta patrocinado pela RGM é vice-campeão brasileiro de muay thai na categoria absoluto

No último domingo (20/11/11), o lutador Alécio “Tatinho” recebeu o título de vice-campeão brasileiro de Muay Thai em um evento organizado pela Confederação de Muay Thai do Brasil, na cidade de Campinas-SP.


Tatinho fez duas lutas, venceu a primeira por decisão dos árbitros e se classificou para a final contra um lutador 30kg mais pesado. A luta final foi muito dura, com os dois primeiros rounds muito apertados, os dois lutadores conectaram bons golpes e se movimentaram muito bem.


Apesar da diferença de peso e de altura, Tatinho enfrentou seu oponente de igual para igual, em uma luta franca. No final do terceiro round, Tatinho sofreu um knockdown, o que acabou decidindo a luta a favor do seu adversário. A decisão final foi dos árbitros.


Alécio “Tatinho” é atleta patrocinado pela RGM Educação Física e Consultoria Esportiva.
No mês de dezembro a RGM estará em Lambari-MG para mais um campeonato de Muay Thai.


Essa é a RGM Educação Física e Consultoria Esportiva investindo no esporte!

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Sparring sofre em treinos e brinca com Cigano: 'no início, eu batia nele como queria'



A academia Champion, em Salvador, conta em suas paredes suas conquistas. Estão pintados lá os nomes de Acelino “Popó” Freitas, Rodrigo Minotauro, Everton Lopes e do próprio técnico Luís Dórea, responsável por uma safra vitoriosa primeiro no boxe e, mais recentemente, no MMA.



E, desta última “arte”, espera-se mais uma mão de tinta, para registrar um título de Júnior dos Santos, o Cigano. Mas há apenas seis anos, o catarinense de Caçador não tinha todo o prestígio que o levou a desafiar o atual campeão do UFC Cain Velásquez. Era ele quem sofria na mão dos sparrings, que hoje precisam tomar cuidado para não serem nocauteados.



Além do próprio Dórea, que segue até hoje em parceria com Cigano, quem viu de perto toda a evolução do peso pesado é Erivan Conceição, pugilista da academia baiana. O catarinense se mudou para Salvador aos 18 anos foi garçom e teve uma loja de brinquedos. Pouco depois, começou a treinar jiu-jítsu com Iuri Carlton, que o indicou para treinar boxe com Dórea.


“No começo ele era muito verde no boxe, ainda não conhecia tanto da luta no chão, mas com a dedicação que ele mostrava, sempre soubemos que seria ser um grande lutador”, diz Erivan, há dez anos com Dórea, brincando com o amigo. “Eu sempre falo para ele: ‘Quando comecei, te batia como queria. Agora tenho de ficar atento, senão sou nocauteado!’.”

Erivan, um boxeador da categoria supermédio, foi um dos responsáveis pelos treinos do baiano para o combate em Anaheim, mas deu lugar a lutadores maiores, como Minotauro e Fábio Maldonado durante a preparação para encarar Velásquez. E o veterano pugilista - que na contra-mão do colega não “cedeu” ao MMA e segue no quadrilátero - conta o que mudou ao encarar o Cigano.


“Ele para mim é o melhor no boxe dentro do MMA, seus nocautes mostram isso. E é fruto da dedicação, de treinar boxe quase todo dia”, conta. “O Cigano se manteve essa mesma pessoa humilde, apesar de chegar onde chegou. Só perdeu um pouco de cabelo, quando chegou aqui era cabeludo (risos).”


Técnico lembra primeiro contato: "senti firmeza"
“Quando o Júnior foi até a academia dizendo que queria virar lutador, eu senti firmeza nas suas palavras e este foi o início”, relata Dórea, sobre seu encontro com o ainda principiante lutador, por intermédio do professor de jiu-jítsu Iuri Carlton.


ERIVAN ELEGE A ARMA


O melhor golpe do Cigano é o upper de direita. É muito forte. Ele treina quase todo dia e, quando pega, é nocaute na certa. Já sofri com ele muitas vezesErivan Conceição, pugilista que treina com Cigano desde o início com Luís Dórea “Acho que o segredo é sua dedicação. Ele sempre teve talento, mas o importante é a disciplina como atleta. Tem que querer, e ele vive assim: não bebe, não fuma, não falta a nenhum treino”, adiciona o técnico. Após um teste contra um veterano peso pesado, o jovem trocou o boxe pelo MMA, ainda no início do trabalho de Dórea nas artes marciais mistas.


O treinador ficou famoso por ter como cria Popó, tetracampeão mundial de boxe, mas passou a se dedicar também ao MMA devido aos irmãos Nogueira. Eles começaram na nobre arte e, quando passaram a se dar bem no vale-tudo, foram afiar o boxe com o baiano, hoje um respeitado mestre nas artes marciais mistas. Após levar Minotauro ao título interino dos pesados, surge agora a chance de Cigano ser o campeão absoluto da categoria no UFC.



Fonte: UOL

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Alívio caseiro contra lesões



A melhor maneira de conter uma inflamação é passar gelo nas lesões. Ele evita que o sangue e fluidos se acumulem nas regiões afetadas.


Uma maneira bem simples, eficaz e barata de fazer uma bolsa de gelo é encher um saco plástico (desses que vão à geladeira) com uma mistura de 70% água e 30% álcool de farmácia.


Como o ponto de congelamento do álcool é muito menor que o da água, quando puser o saco no congelador ele seguirá tendo uma textura flexível, para que possa aplicá-lo na área machucada.


Fonte: SportLife

Mostarda ajuda a construir muque?

Estudo revela que substância contida no vegetal tem o mesmo efeito que os esteroides anabolizantes, mas sem efeitos colaterais.

Sim, é o que afirma estudo publicado no FASEB Journal. A pesquisa afirma que a mostarda possui um esteroide que é capaz de gerar respostas no corpo semelhantes às proporcionadas pelos esteroides anabolizantes, mas sem os efeitos colaterais dessas substâncias.

Mais, os pesquisadores também descobriram que esses esteroides vegetais, chamados de homobrassinolídeos, também levam ao crescimento da massa magra e ao aumento da performance física. Mas atenção: o estudo foi feito iniciamente em ratos.

"Esperamos que um dia esses compostos possam proporcionar uma maneira segura, eficiente e natural de combater os efeitos deletérios do envelhecimento ou ser usados para melhorar a resistência e a performance física de atletas", disse Slavko Komarnytsky, autor do trabalho.

"A tendência é ver essa descoberta como uma maneira rápida de ir da gordura para a ótima forma física e em certo grau isso é verdade", analisa Gerald Weissmann, editor-chefe da FASEB.

Fonte: SportLife

A anemia dos esportistas

A anemia é, provavelmente, a patologia hematológica mais frequente na população em geral e entre os esportistas. Estima-se que cerca de 30% das pessoas sofram com essa doença.

Mesmo que pareça saudável, os treinos intensos e a alimentação mais rigorosa podem criar pequenas deficiências no nível do ferro e, mais cedo ou mais tarde, você pode sentir as consequências dessa carência. Por isso, previna-se e faça um exame de sangue anualmente.

Os sintomas da anemia não são muito específicos, o que pode dificultar o diagnóstico. Para que se tenha uma ideia, ela pode se manifestar por meio de sintomas genéricos, como cansaço e diminuição do desejo sexual, com alterações cardiovasculares e cardiorrespiratórias (dispneia, palpitações, falta de ar etc.), ou, ainda, por meio de sintomas neurológicos (cefaleias, vertigens, sonolência, irritabilidade).

Fisicamente, você perceberá sinais como palidez da face e dos olhos, além de ficar com as unhas e os cabelos mais frágeis. A fadiga, as dores de cabeça e as quedas de pressão são sinais suficientes para que você fique alerta. Isso porque, se deixar a situação se arrastar, ela pode evoluir e ficar ainda mais grave.

Na mulher, o primeiro sintoma de que algo está errado é a amenorreia, ou seja, a ausência de menstruação. É muito frequente nas atletas de fundo e pode ser um dos pilares da tríade da mulher esportista: amenorreia, osteoporose e doenças do comportamento alimentar.

Fonte: Sport Life

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Tênis com amortecimento abundante podem inibir fortalecimento dos pés



A nova moda agora é deixar os tênis com amortecimento para trás e passar a correr com os tênis five fingers. Eles mais parecem uma meia de borracha, sem amortecimento, confeccionados num material parecido com os usados na fabricação das roupas de borracha dos surfistas.



Seu design lembra o de uma luva onde cada dedinho é encaixado separadamente. De acordo com cientistas que vêm estudando a fundo os tênis five fingers, eles ajudam os corredores a fortalecerem os pés, possibilitando uma movimentação mais saudável do corpo. Além disso, os tênis tradicionais, com amortecimento, podem conferir um excesso de proteção aos pés e evitar que eles se fortaleçam naturalmente.



Os pesquisadores passaram a ter sua atenção voltada para esse tipo de calçado ao observarem corredores do Quênia, na África. Esses atletas cresceram correndo com os pés descalços fazendo uma aterrissagem no antepé. O impacto sofrido por seus pés correspondia a um terço do impacto sofrido por corredores que usam tênis e aterrissam na região traseira do pé.



Os cientistas estudam a criação de um tipo de tênis que permita os pés se flexionarem para entrar em contato como chão e lidarem naturalmente com as forças de impacto. Os corredores que testaram pela primeira vez o Five fingers disseram ter uma sensação grande de liberdade e notaram também que com o calçado sem amortecimento, passaram a aterrisar com a planta do pé, o que conferiu mais conforto.



Fonte: R7