sexta-feira, 30 de março de 2012

Whey Protein auxilia no ganho de massa muscular

Ir à academia e seguir uma boa dieta nem sempre são sinais de sucesso para a obtenção de massa corporal. Algumas vezes o corpo necessita de um “empurrãozinho”, e nesse caso, ele se chama “suplementos alimentares”.

Um dos mais conhecidos e utilizados pelos adeptos do exercício físico é o Whey Protein, proteína do soro do leite extraída durante o processo de transformação do leite em queijo.

As proteínas são um elemento vital para a promoção bem sucedida do processo de hipertrofia muscular em decorrência do exercício com sobrecarga. Portanto, a enorme importância atribuída às proteínas refere-se ao seu papel de potencializar as adaptações decorrentes da prática crônica do exercício com sobrecarga.

Segundo Ricardo Gomes Machado, profissional de educação física e proprietário da RGM- assessoria esportiva, a suplementação com whey protein pode ser feita por qualquer indivíduo, desde que esse não apresente problemas de saúde.

“O whey protein é indicado para pessoas que querem aumentar a massa muscular, seja porque não tem acesso à quantidade necessária de proteínas via alimentação convencional ou porque fazem uma dieta de restrição calórica”, afirma Machado.

O consumo do suplemento deve ser indicado por um nutricionista e a dosagem não deve ultrapassar a recomendada pelo laboratório fabricante.

“É aconselhável que o praticante de atividade física ingira 30 gramas de whey protein após o treino ou de acordo com a recomendação do nutricionista”, completa Machado.

A RGM, assessoria esportiva, têm à disposição o Whey Protein Athletica Evolution nos sabores chocolate, morango, baunilha e banana com morango. A embalagem de 900 gramas sai por R$60,00.

Sobre a RGM Fitness e Fight

A RGM é uma consultoria esportiva que tem como objetivo levar a todos os seus clientes qualidade de vida através da prática de atividade física orientada, para isso conta com profissionais preparados para atuar nas mais diversas áreas esportivas.

Com sete anos de experiência no mercado de fitness e fight, a RGM oferece cinco frentes de trabalho (Personal Trainner, Personal Fight, Muay Thai, Run e Treinamento Funcional), além de uma loja de material de meterial fight/ fitness e suplementos.

Serviço:
Site: http://www.rgmedfisica.com.br/ / http://www.rgmedfisica.blogspot.com/
Telefone: (19) 9234-3354 ou (19) 8157-6666
E-mail: rgmedfisica@rgmedfisica.com.br

quinta-feira, 29 de março de 2012

Comer chocolate (e praticar exercícios) pode reduzir índice de massa corporal




Pessoas saudáveis que praticam exercícios físicos e comem chocolate regularmente tendem a ter menor índice de massa corporal (IMC) do que as pessoas que comem chocolate com menos frequência, revelou uma pesquisa realizada nos Estados Unidos.


O estudo, feito com uma população de mais de mil adultos e publicado na revista Archives of Internal Medicine, reforça a ideia de que o chocolate faz bem para o coração, apesar do alto conteúdo calórico e de açúcar.


Os participantes do estudo, com idades entre os 20 e os 85 anos, disseram comer chocolate duas vezes por semana e fazer exercícios de três a quatro vezes por semana, em média. A idade média dos participantes foi de 57 anos.


Aqueles que disseram comer chocolate com mais frequência do que o normal tendiam a ter menor proporção entre peso e altura, um cálculo feito tomando o peso de uma pessoa e dividindo-o pela altura multiplicada por dois. Um IMC normal varia entre 18,5 e 24,9.


— Os adultos que consumiam chocolate com mais frequência tinham um IMC mais baixo do que aqueles que consumiam chocolate com menos frequência. Nossas descobertas de que a maior frequência de ingestão de chocolate está vinculada a um IMC menor são intrigantes — destacou o estudo chefiado por Beatrice Golomb e seus colegas da Universidade da Califórnia em San Diego, ressaltando que é necessária uma pesquisa mais detalhada e talvez um teste clínico aleatório dos benefícios metabólicos do chocolate.


Embora o estudo não estabeleça um limite razoável ou benéfico para o consumo de chocolate, especialistas recomendam moderação. — Antes de começar a comer uma barra de chocolate por dia para não ter que ir ao médico, lembre-se que uma barra de chocolate pode conter mais de 200 calorias que, na maioria, provêm de gorduras saturadas e açúcar — afirmou Nancy Copperman, diretora de iniciativas de saúde pública do Sistema de Saúde Judaico de North Shore-Long Island, em Nova York.




Cacau em pó é menos calórico


Copperman sugere considerar a possibilidade de limitar as doses diárias de chocolate a 28 gramas (uma barra de chocolate pequena tem, em geral, 25 gramas). Outra opção, segundo ela, seria adicionar à dieta uma dose diária de cacau em pó, que é muito pobre em gordura. A especialista não participou do estudo.



Os benefícios do chocolate advêm dos polifenois antioxidantes que melhoram a pressão arterial e ajudam a reduzir os níveis de colesterol e glicemia (açúcar no sangue). Outros estudos chegaram a relacionar o consumo de chocolate a uma redução do risco de morte por ataque cardíaco.



A curiosa capacidade do chocolate de melhorar a saúde do coração é geralmente considerada no contexto de um estilo de vida que inclui a prática de exercícios e uma dieta balanceada, segundo Suzanne Steinbaum, do Hospital Lenox Hill em Nova York, outra especialista que não participou do estudo.


— Vimos em várias pesquisas os benefícios do chocolate e mais uma vez vemos que, como parte de um estilo de vida saudável, em geral o chocolate não contribui para aumentar o peso, mas de fato, pode ajudar a controlá-lo — diz Suzanne.


Fonte: Zero Hora

Hidroginástica com acessórios é mais eficaz para definir músculos



Aulas na água com maiores resultados na definição muscular são as ofertas pósverão das academias para atrair mais alunos à piscina.


Como nesta época do ano menos gente se anima a pagar mais caro pelos planos que incluem atividades aquáticas (mesmo que a piscina seja aquecida), a estratégia é oferecer uma hidroginástica mais poderosa.


Para competir com trabalho feito "a seco" com pesos e aparelhos, são usados equipamentos especiais, que funcionam como sobrecarga.


O mais novo deles é o "hidro band ball", uma bola com elásticos acoplados. O estica e puxa aumenta a resistência de músculos das pernas, braços, costas e abdome.



Não é como se sentar num aparelho de musculação em termos de ganho de massa muscular, mas é eficaz para definir o corpo, segundo a professora de educação física Daniela Regina da Silva, 28, que trouxe a nova modalidade para a academia Competition, de São Paulo.


"Mesmo que você não ganhe tanta massa, o exercício na piscina tem a vantagem de trabalhar também o equilíbrio e a coordenação motora, além de trazer um bom gasto calórico", diz Regina.


Também é vantajoso para quem tem que malhar na água por indicação médica.
A advogada Janet Aparecida Campos, 54, trocou as sessões de fisioterapia para tratar sua artrose pela hidroginástica e diz que os sintomas "melhoraram 90%".


Ficou animada com a aula de bola e elástico. "Acho que os resultados são mais rápidos. Vou fazer, lógico."


Seu colega de piscina, o advogado Antônio de Oliveira Moruzzi, 69, voltou às atividades físicas recentemente. Antes, ele fazia musculação, mas, desde agosto do ano passado, estava parado, recuperando-se de uma cirurgia para retirar um nódulo do pulmão.


"Só fiz três aulas dessa hidroginástica, mas já percebo resultados, estou desenferrujando bem", diz Moruzzi.


CORPO 'SECO'


Um ponto forte da hidroginástica com acessórios é juntar o trabalho aeróbico com o de musculação, diz Rogério Franze, 38, coordenador de atividades aquáticas da academia Ecofit, de São Paulo.


Na Ecofit são usadas cordas de borracha, luvas especiais e caneleiras para dar uma força à hidroginástica.


"Essa hidro 'seca' o corpo, define a musculatura. E a piscina é um ambiente prazeroso, muitos acham as aulas menos monótonas que os treinos de musculação em aparelhos", afirma Franze.


Os atributos estão atraindo um novo público para a hidroginástica, que antes era associada a alunos mais velhos e grávidas e considerada mais 'light', tanto em relação ao esforço demandado quanto aos resultados.

Para agradar a nova clientela, as academias também colocaram em suas grades de horários treinos da moda adaptados à piscina.


Um exemplo é a "boot camp", aula inspirada nos treinamentos militares, que ganhou uma versão aquática na academia Runner.


As populares aulas "GAP" (glúteos, abdome e pernas) também entraram na piscina. Na unidade Morumbi (São Paulo) da Bio Ritmo, os exercícios são potencializados por acessórios como o "acqua fins", espécie de tornozeleira em forma de morcego.


"A hidroginástica está cada vez mais próxima de uma aula de musculação. É uma opção para quem não pode fazer o treino convencional ou quer mudar um pouco a rotina dos exercícios", diz Ester de Souza Domingos, 29, educadora física especializada em atividades aquáticas.



Fonte: Folha de S.Paulo

quarta-feira, 28 de março de 2012

Metade dos brasileiros não pratica atividade física, segundo pesquisa da SBC




Segundo dados da última Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE, o excesso de peso afeta 50,1% dos homens e 48% das mulheres e a obesidade atinge 12,5% dos homens e 16,9% das mulheres adultas do país.


Para o diretor de Promoção da Saúde Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Carlos Alberto Machado, os quilos a mais podem desencadear diversas doenças como a hipertensão, o diabetes e a dislipidemia (colesterol elevado). “Além de uma dieta equilibrada com frutas, verduras e legumes, é preciso largar o cigarro e praticar exercícios físicos com regularidade”, diz o cardiologista.


Carlos Alberto Machado conta que é preciso praticar atividades físicas cinco vezes por semana para uma pessoa ser considerada ativa. “É caminhar 15 quilômetros, subir 20 lances de escada e gastar em média 1.500 kcal ao todo e ao longo de uma semana. Assim é possivel reduzir em 66% o risco de morte por doenças cardiovasculares”.


Uma pesquisa da SBC feita há alguns anos constatou que 49% dos brasileiros não praticam qualquer atividade física. Os mais idosos são também os mais sedentários: 57% entre os que têm entre 60 e 70 anos não fazem exercícios; o índice cai para 53% entre 45 e 59 anos; cai um pouco mais, 50%, para as duas outras faixas etárias seguintes (entre 35 e 44 anos e 25 e 34 anos); e atinge o menor índice de sedentários entre os jovens. Na faixa etária entre 18 e 24 anos, 39% dos entrevistados não praticam atividades físicas.


Na outra metade, entre os 51% que praticam: 20% praticam todos os dias; 3% de 5 a 6 dias por semana; 12% entre 3 e 4 dias por semana; 13% de 1 a 2 dias por semana; e 2% disseram que fazem atividades físicas apenas uma vez a cada 15 dias ou menos. Um por cento não respondeu. “O ideal é praticar pelo menos 5 vezes por semana e por 30 minutos para que os efeitos sejam positivos”, explica Carlos Alberto Machado.


Mas outro dado surpreendeu os cardiologistas. É que apesar de haver um elevado índice de sedentários no país, a grande maioria sabe da importância dos exercícios para a saúde. A pesquisa revelou que 86% dos pesquisados acreditam que a falta de atividades físicas pode contribuir para o aumento de doenças cardiovasculares.


Entre os brasileiros que costumam praticar atividades físicas, 28% fazem caminhadas ou cooper; 13% futebol; 6% musculação; 4% ciclismo; 2% natação ou hidroginástica; 1% vôlei, handebol ou basquete; 1% ginástica aeróbica; 1% alongamento; e 1% artes marciais.


Os homens (60%) praticam mais atividades físicas do que as mulheres (40%). Enquanto eles jogam futebol (26%), fazem caminhadas (26%), musculação (7%) e ciclismo (6%), elas preferem as caminhadas (31%) - musculação (4%), ciclismo e futebol (2%).


O Nordeste é a região com o maior índice de sedentários (52%), o Sudeste, o Norte e o Centro-Oeste estão no mesmo patamar (48%) e o Sul do país registrou 46% de sedentários.
A pesquisa da Sociedade Brasileira de Cardiologia foi feita pelo Instituto Datafolha, com 2.012 pessoas, entre os 18 e 70 anos de todas as classes econômicas, e em todos os Estados. A margem de erro da amostra é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia

segunda-feira, 26 de março de 2012

RGM comemora seis anos de atuação e apresenta novo logo



Empresa aproveita o bom momento do mercado fitness/fight e investe em ações de marketing

A RGM, consultoria esportiva especializada e revendedora de artigos esportivos, acaba de lançar o seu novo logo. Com um design mais moderno e novas frentes de trabalho, a empresa comemora seus seis anos de atuação no mercado fitness/ fight da região.
O novo design da marca e a abertura das novas áreas fazem parte de uma ação estratégica de marketing que pretende atrair novos públicos e oferecer o que há de mais completo no quesito saúde.
“O mercado fitness/fight tem crescido muito nos últimos anos, isso se dá pela conscientização das pessoas de que o exercício físico é essencial para uma vida saudável. A RGM acompanha essa tendência e busca atender da melhor forma seus clientes e todos aqueles que pretendem iniciar uma atividade física de qualidade”, afirma Ricardo Gomes Machado, proprietário da RGM.
A partir de agora, a RGM dividirá suas frentes de trabalho em: Personal Trainner, atividade física personalizada; Personal Fight, treinamento com o uso de técnicas de artes marciais; Muay Thai, ensinamentos da arte marcial tailandesa; Run, treinamento de corrida; Treinamento funcional, atividade física que utiliza o corpo de forma holística; Store, loja de material fight/ fitness e suplementos.

Sobre a RGM Fitness e Fight


A RGM é uma consultoria esportiva que tem como objetivo levar a todos os seus clientes qualidade de vida através da prática de atividade física orientada, para isso conta com profissionais preparados para atuar nas mais diversas áreas esportivas.
Com sete anos de experiência no mercado de fitness e fight, a RGM oferece cinco frentes de trabalho (Personal Trainner, Personal Fight, Muay Thai, Run e Treinamento Funcional), além de uma loja de material de meterial fight/ fitness e suplementos.


Serviço: