terça-feira, 27 de setembro de 2011

Conheça os dez maiores mitos dos exercícios físicos

Muita gente acha que malhar com agasalhos ajuda a emagrecer, mas especialistas discordam.

No calçadão, na areia, nas academias. Haja ginástica para fazer bonito no verão. Mas será que o povo está malhando certo? O Fantástico convidou o professor de educação física João Pedro Werneck, especialista em fisiologia do exercício, para desvendar os dez maiores mitos que confundem as pessoas na hora de malhar.

Mito 1: abdominal faz perder barriga

“É um mito em que toda mulher cai”, João Pedro Werneck, que é coordenador do Laboratório de Fisiologia do Exercício da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

“Na hora em que você está fazendo, questiona se é verdade. Como não custa nada, fazemos mais um pouquinho. Na dúvida, acho que pecamos pelo excesso”, diz a comerciária Regina Bastos.

Pecamos mesmo. E a explicação é simples. “A perda de gordura não acontece de forma local e sim no corpo inteiro”, diz João Pedro Werneck.

Quer dizer: o abdominal fortalece a musculatura, mas, sozinho, não queima a gordura localizada especificamente na barriga, aquela que todo mundo quer perder.

"A melhor estratégia seria combinar os abdominais com exercícios de corrida ou bicicleta, em que temos um gasto energético maior", ensina João Pedro Werneck.

Mito 2: quanto maior o suor, maior o emagrecimento

"Suar muito durante a atividade física significa que estamos perdendo muitas calorias?", pergunta a administradora Cássia de Oliveira.

"Não necessariamente. O emagrecimento que acontece com o suor representa apenas perda de água e não realmente de gordura", responde João Pedro Werneck.

Mito 3: malhar de roupa preta, com agasalhos ou debaixo de sol forte emagrece mais

“Vemos muito por aí o pessoal todo encasacado, achando que assim vai emagrecer mais rápido. E isso não é verdade”, aponta a professora Marcela Cardoso.

“Já ouvi dizer que correr no sol é bom”, diz o economista Antônio Coelho.

“Isso é um mito. Correr em ambientes com temperaturas muito altas pode diminuir o seu desempenho físico. Consequentemente, você vai gastar até menos caloria para fazer uma atividade física”, explica João Pedro Werneck.

Mito 4: suor libera toxinas do organismo

“Dizem por aí que o fato de suar durante a atividade física ajudaria a eliminar toxinas do seu organismo. Na verdade, isso é um mito. O suor é, basicamente, água e alguns sais minerais”, desmistifica João Pedro Werneck.

Mito 5: o exercício só funciona quando sentimos dor no dia seguinte

“Antigamente eu achava que malhar tinha que arder muito. Tinha que pegar muito pesado”, conta a artesã Maria Tereza San Martin.

“É muito comum as pessoas ingressarem em um programa de exercício físico, começarem a sentir algumas dores musculares ao longo das primeiras semanas e quando passam a não sentir mais essa dor acharem que o exercício já está ineficaz. Parar de sentir dor é normal. É uma adaptação do músculo ao exercício que você começou a fazer”, afirma João Pedro Werneck.

Mito 6: o exercício só começa a funcionar depois de meia hora

“São programados exercícios com mais de 20 a 30 minutos porque menos do que isso, em intensidades moderadas, o gasto energético em uma sessão de exercícios é muito pequeno”, comenta João Pedro Werneck. É pequeno, mas existe. “Quem acha que a partir do 30º minuto é que começa a ter uma queima de gordura e acha que os minutos anteriores foram inúteis deve perder essa ideia, porque esses 30 minutos iniciais foram fundamentais e induziram ao gasto energético”, completa João Pedro Werneck.

Mito 7: é melhor não fazer nada do que ser atleta de final de semana

“Não é verdade. Você deve introduzir atividade física na sua vida mesmo que isso seja pelo menos de final de semana. A única coisa que recomendamos é que isso não seja feito em excesso. O problema são 'outros' atletas de finais de semana que querem compensar a semana inteira fazendo até quatro horas de atividade física em um ou dois dias”, alerta João Pedro Werneck.

Mito 8: subir escadas é suficiente para queimar gordura localizada

“Me disseram um dia que subir escada ajudava a emagrecer. Eu tomei isso como uma verdade universal”, diz a produtora cultural Lílian Sapucahy.

“As pessoas acham que só o fato de abandonar o elevador e subir dois, três lances de escada, eventualmente, duas, três vezes por semana, vai levar ao emagrecimento”, diz João Pedro Werneck.

Não é bem assim. Subir escada vale como complemento a outras atividades físicas, feitas de maneira regular.

Mito 9: não se deve beber água durante o exercício

“O que acontece é o contrário. A desidratação durante a atividade física pode fazer o desempenho diminuir”, comenta João Pedro Werneck.

“Sempre que eu quiser, posso beber água?”, questiona a enfermeira Renata Ribeiro.

“Sempre quando sentir sede. A sede é um bom parâmetro para você se hidratar durante a atividade”, aconselha João Pedro Werneck.

Mito 10: malhar em jejum emagrece

“Eu não como nada. Acho que eu estou errada”, diz a empresária Maria do Nascimento. E está mesmo.

“As pessoas acham que malhar em jejum aumenta o emagrecimento. Na verdade, o jejum é perigoso. A baixa de glicose no sangue pode fazer você até desmaiar”, alerta João Pedro Werneck.

Então, nada de fazer exercício de barriga vazia e prefira alimentos leves.

“O que interessa mesmo para o emagrecimento é um balanço entre o que você come e o que você gasta de energia”, diz João Pedro Werneck.

Entre em forma com mais saúde!

Fonte: CREF

Aprenda a fazer exercícios físicos com segurança

Falta de orientação, exageros com cargas e intensidade, postura errada e vestimentas inadequadas são alguns dos principais motivos que levam ao surgimento das lesões durante os treinos físicos.

De acordo com o fisioterapeuta Péricles Machado, 40 anos, ainda é comum encontrar homens e mulheres que decidem iniciar uma rotina de exercícios, sem se preocupar com a busca de qualquer tipo de informação sobre as modalidades esportivas mais indicadas ou a forma correta para executá-las.

Ansiosos pelos resultados rápidos, esses praticantes acabam ultrapassando os limites do corpo. Os resultados não demoram a aparecer: dores agudas causadas pelas lesões.

"As lesões surgem quando a capacidade física é excedida de alguma forma. Músculos, tendões e articulações são os pontos do corpo que mais sofrem com os exageros", diz o especialista em ortopedia e traumatologia esportiva.

Por se tratar de um tecido fibroso que liga os músculos aos ossos, os tendões podem ficar inflamados, principalmente quando há excesso de peso ou carga em um exercício.

"O tendão é como se fosse um "cabo de aço" que por sua vez permite a contração e relaxamento dos músculos. As lesões, no entanto, podem ser evitadas com um aquecimento inicial e o uso de peso adequado para cada físico", completa.


Fonte: A cidade

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Creatina: benefícios e malefícios




Um dos suplementos esportivos mais consumidos é a “Creatina”, embora essa substancia seja produzida pelo pelo fígado, rins e pâncreas, a partir de três aminoácidos (glicina, arginina e metionina) ou pelo consumo de carne vermelha e peixe, muitos praticantes de exercícios físicos a ingerem na forma de suplementos alimentares.

A Creatina é encontrada na musculatura esquelética, em tecidos como o músculo cardíaco, o cérebro, a retina e até os espermatozóides. A substância ajuda a introduzir água nas células, dando volume ao músculo, ajudando assim, na síntese de proteína.

Usuários observam durante o período de uso o aumento na quantidade de fosfocreatina disponível oferta ao usuário um maior tempo de atividade física antes da ocorrência da fadiga.

Outros pontos benéficos são: melhoras no desempenho de sprints em nadadores, melhor desempenho em corrida de velocidade, aumento no tempo de atividade antes da exaustão, maior produção de força, melhora na força e na composição corporal, além de melhoria no perfil lipídico e aumento no metabolismo do miocárdio.

Os estudos sobre suplementação de creatina indicam duas formas de ingestão:

-Com saturação: que indica uma semana ingerindo 20g/dia dividido em quatro doses de 5g e sete semanas de manutenção com uma dose de 2g/dia.


- Sem saturação: ingestão de uma dose diária de 3g/dia. A produção científica de artigos sobre a ingestão de creatina também diz que suplementar creatina associada a carboidrato é mais efetivo (60%) que o consumo apenas da creatina.

Até o presente momento, não existem indícios na literatura médica que indiquem que a Creatina produza efeitos maléficos ao corpo humano.
A Creatina deve ser usada em ciclos de até oito semanas, a suplementação por períodos maiores é desperdício de dinheiro!


Por: Ricardo Gomes Machado

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

MMA: Campinas Fight garante bons combates no sábado

Uma grande noitada esportiva vai marcar o final de semana em Campinas. No próximo sábado, às 20h, no Ginásio do Regatas, acontece a terceira edição do Campinas Fight, um evento que vai reunir lutadores e adeptos do MMA (sigla em inglês do Mixed Martial Arts) de toda a região.

Consolidado no calendário esportivo da cidade, o Campinas Fight traz à cidade um “card” de dez lutas envolvendo lutadores como Rodrigo Cabeça e Edson PC.
Os organizadores do Campinas Fight esperam a presença de um público de mais de 5 mil pessoas.

Desafio internacional

No principal combate da noite, Edson PC vai enfrentar o argentino Martin “Bulldog” Coria, é um dos lutadores mais experientes atualmente na região. Com 9 lutas no currículo e oito vitórias consecutivas, PC considera a luta como uma das grandes oportunidades de sua carreira. “É minha primeira luta internacional, é um grande desafio que pode projetar minha carreira no exterior, para participar de grandes eventos de MMA”, afirmou o lutador.

Confira a programação:

Muay Thai

- Rafael Apocalipse (Nikolai MT Brasil) x Thomas Almeida (Chute Boxe)

MMA

- Antônio Júnior (Beltrão Team) x Danilo Gurgel (Fight Fitness)
- Rafael Bianchi (Maromba) x Leandro Gigante (Check Matt)
- Roberto Neves FACADA (Tozi) x Ademir Souza (BTT)
- Pedro Paulino (CT Brasil) x Pato Rodrigues (André Gomes)
- Matheus Ramos (Motta FC) x Guilherme Farias (Nikolai MT Brasil)
- Adilson Dias (Cia Gold / RMJJ) x Renato Moto Boy (Fight Fitness)
- Allan Popye (Família Furacão Peso Pesado) x Thiago Rella (Check Matt)
- Marcos Stevão (Beltrão Team) x Rodrigo Cabeça (Tozi)
- Martin Bulldog Coria (Real Combat Conviction) x Edson PC (Fight Fitness)

Mais informações sobre o evento pelo telephone (19) 3242-7963 ou no site www.campinasfight.com.br.

Nova geração Gracie tenta emplacar no MMA com 'velho' jiu-jítsu e toque feminino

O sobrenome Gracie está ligado de forma intrínseca ao jiu-jítsu, desde que o patriarca Carlos Gracie aprimorou a arte marcial japonesa, no início do século 20. Mas a família também tem laços fundamentais com o MMA, com a criação do UFC por Rorion, em 1993, e o sucesso de Royce e Rickson nos ringues. Atualmente, esta geração tem o respeito de suas conquistas, mas já é substituída por novos nomes. A mentalidade, no entanto, é a mesma, desde a jovem Kyra ao já veterano Roger: erguer a bandeira do jiu-jítsu, mesmo que sozinho ele já não baste na hora de lutar.

Famosa pelo seu jiu-jítsu, Kyra já ensina a irmã caçula alguns passos da arte suave. Além dos golpes ligados à defesa pessoal, a última de cinco irmãos já brinca até com o famoso mata-leão

Entre os novos Gracie, de quem muito se espera é Kyra, a musa da família, um exemplo de quem já cresceu com a pressão do sobrenome e que, após se destacar no jiu-jítsu - a chamada “arte suave” - quer colocar conquistas do MMA em seu currículo. O detalhe é que ela pode ser pioneira na família, que sempre foi bastante machista e viu - e ainda vê - com desconfiança uma garota no mundo das lutas.

“Quando comecei a competir no jiu-jítsu, o pessoal da família achou que era só uma fase. Hoje são os que mais me incentivam. Agora, com o MMA, eles voltaram a falar para eu deixar isso para lá”, conta ela, que estuda propostas para fazer sua estreia em 2012. “Quero sentir o que todas as gerações da minha família sentiram, e com a particularidade de ser pioneira entre as mulheres.”

Mesmo sendo uma garota, Kyra nasceu e ganhou seu quimono, como todos os parentes. Entre eles, estão dois companheiros de treinos e, futuramente, de profissão: Roger, que atua no Strikeforce, e Gregor, um dos jovens da família que sonha com um futuro no UFC. Em comum, eles tem o peso de toda uma família.

“Qualquer lutador da família representa o nome. De casa já se cria uma pressão, quase uma cobrança”, explica Roger, de 29 anos. Kyra adiciona: “A pressão sempre existe, até do rival que quer falar que venceu um Gracie. Mas para mim isso dá vontade de ir ainda mais longe.”

Fonte: UOL

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Estudo mostra que cerveja hidrata igual à água após prática esportiva


Um estudo apresentado nesta terça-feira, 20, em Bruxelas comprova que o consumo moderado de cerveja após exercícios físicos é tão eficaz quanto a água para a hidratação, segundo especialistas médicos.


Arquivo/AEConclusão é de que uma quantidade moderada de cerveja 'não prejudica a hidratação após o exercício'

Esta é uma das conclusões apresentadas no "VI Simpósio Europeu de Cerveja e Saúde", onde participaram especialistas em medicina, nutrição e alimentação da União Europeia.


O pesquisador Manuel Castillo, da Universidade de Granada, expôs os resultados de um estudo que consistiu em medir a reação do corpo à ingestão de água ou cerveja após a realização de esforço físico intenso. "Realizamos o estudo para comprovar se o costume de tomar cerveja depois do exercício era recomendável", explicou Castillo.


A conclusão foi de que uma quantidade moderada de cerveja "não prejudica a hidratação após o exercício". Tomar cerveja seria "a mesma coisa que tomar água", por isso é recomendado o consumo da bebida fermentada a todas as pessoas que não tenham nenhuma contraindicação.


"Não foi encontrado nenhum efeito negativo que pudesse ser atribuído à ingestão de cerveja em comparação com a ingestão de água", disse Castillo, que também afirmou que durante as conferências será apresentado outro estudo que descarta que exista "qualquer relação" entre o consumo da bebida e a tendência a desenvolver "barriga de chopp".


O médico Ramón Estruch, do Hospital Clínico de Barcelona, afirmou que os resultados dos estudos mostram que o consumo moderado de cerveja "ajuda na prevenção de acidentes cardiovasculares, graças aos efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios das artérias". Além disso, proporciona proteção contra fatores de risco cardiovascular, como diabetes, melhora a pressão arterial, regula o colesterol e previne a arterioesclerose, segundo a pesquisa.



Estruch informou que atualmente estão sendo feitas pesquisas para determinar se os benefícios da cerveja com álcool são maiores que os da cerveja "sem", embora haja indícios de que a primeira tem efeitos mais positivos. De qualquer forma, Estruch ressaltou a importância de "consumir a cerveja dentro de um padrão de alimentação saudável, preferencialmente a dieta mediterrânea".


Maria Teresa Fernandez Aguilar, pesquisadora da Agência da Saúde de Valência, informou sobre os efeitos benéficos da cerveja sem álcool para as mães lactantes. Ela citou o estudo que demonstrou que crianças amamentadas por mães que consumiram duas cervejas sem álcool durante a lactação têm menos possibilidades padecer de doenças como câncer e arteriosclerose, devido à transmissão dos componentes antioxidantes de bebida.


"Os resultados nos surpreenderam", afirmou Maria Fernandez, acrescentando que a cerveja sem álcool seria mais recomendável que outras bebidas gasosas com base química.



Fonte: Estadão

Preços das academias sobem acima da inflação

Quem está pensando em começar ou voltar a malhar para ficar em forma no verão deve preparar o bolso. As academias ficaram até 6,5% mais caras na região metropolitana da cidade entre janeiro e agosto. O aumento ficou acima da inflação no período, que foi de 3,98%, segundo o Índice de Custo de Vida (ICV), calculado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Os maiores aumentos, justamente de 6,5%, foram registrados na modalidade ginástica ou musculação, uma das mais procuradas. Para os adeptos apenas da natação, porém, a alta foi menos vigorosa, de 3,25%, nesse caso índice um pouco abaixo da inflação no período.

Cornélia Nogueira, coordenadora do ICV, acredita que o motivo está no aumento da demanda pelo serviço. “Mais pessoas têm acesso aos serviços prestados, seja pela questão de elevação de renda como pela questão de que há mais informação sobre os benefícios dos exercícios físicos”, diz.

Segundo a Associação Brasileira de Academias Acad, o número de alunos matriculados nas academias no País passou de 4,7 milhões em 2010 para 5,4 milhões este ano, aumento de 14,8%. A quantidade de estabelecimentos também aumentou: passou de 15,5 mil para 18,1 mil no País no período (alta de 16,7%).

A Acad também acredita que a expansão de grandes redes no País, que têm um grau maior de profissionalização, também tem impacto nos preços.

A perspectiva, segundo o Dieese, é que os preços do serviço continuem subindo, por causa do bom momento da economia. “A tendência é que a inflação de serviços siga mais pressionada do que a inflação de bens. Enquanto a inflação relacionada a produtos subiu 2,91% este ano, a de serviços aumentou 5,02%”, diz Cornélia.

Contratos
Além de pesquisar preços e verificar as vantagens oferecidas, também é necessário, antes de efetuar a matrícula, prestar atenção no contrato.

Pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) em dez academias em julho aponta que a Competition e Contours não colocavam à disposição o contrato de forma prévia. O contrato da Bio Ritmo e Cia Athlética apresentaram cláusulas pouco claras sobre reajustes.

Todas previam multas por cancelamento e Smart Fit, Bio Ritmo, InShape, Curves, Cia Athlética e Rubel se eximiam em contrato da responsabilidade por danos e furtos no estacionamento ou guarda-volumes. A Bio Ritmo e a Inshape exigiam que o exame médico fosse feito na academia e a não deixava claro no contrato que o cliente terá sempre um instrutor à disposição durante os exercícios.

Procurada, a Companhia Athletica disse comprometer-se a aperfeiçoar as cláusulas contratuais que eventualmente causem dúvidas. A Curves afirma que as modificações sugeridas já foram feitas. A Contours diz que o aluno recebe uma cópia do contrato, mas caso seja necessária análise prévia, poderá solicitar uma via.

A Rubel reescreveu as cláusulas que foram citadas na pesquisa e diz que está na fase final da produção dos novos contratos. A Smart Fit informa que já adequou os contratos no seu site. A Inshape e Competition não responderam à reportagem. A Competition disse ao Idec que fornece cópia do contrato aos clientes que solicitam.

O atendente de SAC Cléber de Souza Oliveira, de 27 anos, se matriculou em julho em uma academia perto de sua casa. “Pesquisei algumas no centro da cidade e grandes redes e, além de serem cerca de R$ 30 a R$ 50 mais caras, o processo de matrícula é burocrático”, diz. Ele prefere pagar por mês. “Caso não goste não fico preso à academia”.

Fonte: Estadão

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Comer demais em pouco tempo pode aumentar gordura no longo prazo, diz estudo

Uma pesquisa feita por cientistas na Suécia afirma que pessoas que se alimentam mal e em excesso - mesmo durante apenas um pequeno período de tempo - podem sofrer um aumento na gordura do seu corpo no longo prazo.

No estudo da universidade de Linkoping, um grupo de pessoas passou quatro semanas comendo vários alimentos ricos em gordura e praticando poucos exercícios físicos. Em média, eles engordaram 6,4 quilos.

Mais de dois anos depois, os indícios de aumento da gordura no corpo ainda eram evidentes. Durante a pesquisa, que foi publicada na revista científica Nutrition & Metabolism, os 18 participantes do estudo tiveram sua atividade física limitada a 5 mil passos por dia, a média de uma pessoa com vida sedentária.

Longo prazo

Durante quatro semanas, eles aumentaram em 70% o consumo de alimentos com muitas calorias. Após seis meses, eles já haviam perdido quase todo o peso adquirido - por volta de 5kg.

No entanto, após 12 meses, o peso médio de cada um havia aumentado em 1,5kg, dos quais 1,4kg eram em gordura. Após dois anos e meio, aumento do peso foi de 3,1kg.

A pesquisa sugere que até mesmo um período curto de ingestão excessiva de alimentos gordurosos e a falta de exercícios podem mudar psicologicamente cada pessoa, tornando mais difícil a perda de peso.

"O estudo sugere que até mesmo mudanças de comportamento de curto prazo podem ter efeito prolongado na saúde", disse Asa Ernersson, que liderou a pesquisa feita pela Universidade de Linkoping. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.


Fonte: Estadão

Andar a pé pode prevenir 10 mil casos de câncer no Reino Unido

Cerca de 10 mil casos de câncer de mama e câncer de intestino poderiam ser evitados a cada ano na Grã-Bretanha se as pessoas andassem com o passo um mais rápido, disse o World Cancer Research Fund nesta terça-feira, 31.

Especialistas em saúde têm recomendado por muito tempo que as pessoas fiquem fisicamente ativas para manter um peso saudável, reduzindo assim o risco de todos os tipos de cânceres. Acredita-se que a atividade física reduza o risco de câncer de maneiras como interferir nos níveis de hormônio.

Os cientistas do fundo de investigação estimaram que cerca de 4.600 casos de câncer de intestino e 5.000 casos de câncer poderiam ser evitadas no Reino Unido, se as pessoas se envolvessem em atividades moderadas que fizessem seu coração bater mais rápido, como andar. Cerca de meia hora de atividade todos os dias iria ajudar, disse o fundo em um comunicado.

"Esses números mostram também que você não tem que ir à academia todos os dias para se beneficiar", disse Dr. Rachel Thompson, chefe-adjunto da ciência para o fundo de pesquisa, em comunicado. "Tomando-se 30 de andar como um hobby ou mesmo caminhar para fazer as compras em vez de tomar o ônibus ou de carro, pode-se fazer uma diferença real para a sua saúde."

A American Cancer Society, disse que a atividade física é tida como meio para reduzir o risco de câncer de mama e de próstata por regular os níveis de hormônio. Para o cancro do cólon, o exercício pode acelerar o processo digestivo, reduzindo a exposição da mucosa intestinal a substâncias potencialmente perigosas.

Na Europa, ser obeso ou com sobrepeso está relacionado com cerca de 8 % de cancros. Num estudo da Ina publicado no ano passado na revista médica The Lancet, os investigadores previram que a obesidade no futuro poderia ultrapassar o tabagismo e terapia de reposição hormonal para se tornar a principal causa de câncer em mulheres.



Fonte: Estadão

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Uso de testosterona por mulheres pode causar danos graves à saúde


É comum médicos oferecem as mulheres tratamentos hormonais que ajudam a driblar a difícil fase da menopausa e um deles envolve a aplicação da testosterona, hormônio masculino fabricado pelos testículos do homem e em menor quantidade pelos ovários e glândulas supra-renais da mulher. Porém, a testosterona tem sido usada de forma desregrada por mulheres como meio de ganhar massa e força muscular durante a atividade física.

Especialistas como Elaine Maria Frade Costa, endocrinologista e médica supervisora do Serviço de Endocrinologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC-FMUSP), admitem que a testosterona usada durante a menopausa ajuda a melhorar a libido, mas adverte que o uso feito por mulheres saudáveis pode causar danos graves à saúde.

“O uso de quantidades elevadas de testosterona (que são necessárias para o aumento da massa muscular) causam crescimento de pelos no corpo, engrossamento da voz, pode aumentar a pressão arterial, pode causar até câncer de mama, além de aumentar o risco de eventos cardiovasculares”, explica Elaine.

O hormônio deve ser indicado por médicos responsáveis para o tratamento de doenças e da própria menopausa. Se a ingestão for por um tempo curto, as chances dos efeitos regredirem são maiores. Entretanto, para aquelas que fazem uso regular, existem estragos que podem ser irreversíveis. A alta dosagem dessa substância por mulheres saudáveis pode causar desde um visual “andrógino” (quando não é possível dizer pela aparência se a pessoa é do sexo masculino ou feminino), até efeitos a longo prazo como aumento do clitóris, tumores de mama e fígado.

Fonte: Helplink

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Creatina ajuda a controlar açúcar no sangue

São Paulo - A suplementação alimentar de creatina - composto derivado de aminoácidos - aliada a exercícios físicos regulares melhora o controle glicêmico de pessoas com diabetes do tipo 2. A informação foi divulgada nesta segunda-feira pela Agência USP. Pesquisas da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo (USP) mostram que a creatina ajuda a controlar a taxa de açúcar no sangue, elevada em diabéticos. A segurança do composto também foi comprovada, pois não foram observadas alterações ou sobrecarga das funções renal e hepática nos diabéticos participantes do estudo.

A diabetes do tipo 2 é caracterizada pela incapacidade das células absorverem glicose da corrente sanguínea, o que é explicado pela resistência do organismo à ação da insulina. As principais indicações médicas para o controle da doença são a prática de atividades físicas e o uso de hipoglicemiantes orais. "Ambos ajudam a jogar o açúcar para dentro da célula e a creatina pode ter um papel nessa função também", explica Bruno Gualano, autor da pesquisa.

Os estudos constataram que a suplementação de creatina, juntamente com os exercícios físicos, é mais eficiente no tratamento da doença do que os exercícios praticados isoladamente e tão eficiente quanto a metformina - medicamento mais empregado no tratamento de diabetes do tipo 2. Além disso, Gualano ressalta que a eficácia da creatina foi observada quando usada por pessoas que praticam exercícios. Ou seja, apenas a suplementação de creatina, sem treinamento físico, poderia não resultar em benefícios.

As melhoras ocorrem porque a creatina atua no deslocamento (chamado de translocação), da proteína GLUT-4. "Ela fica dentro das células. Sua função é se deslocar do interior até a superfície, "pegar" o açúcar que está fora, no sangue, e o transferir para dentro da célula", explica Gualano. Em diabéticos tipo 2, essa função não é realizada em níveis adequados. "A creatina atuou nesse aspecto, elevando a translocação de GLUT-4 a níveis similares aos observados em pessoas sem a doença", completa.

Proibição - Até o fim de abril, suplementos alimentares de creatina tinham sua comercialização proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), pois se alegava que os efeitos nocivos à saúde não eram conhecidos. Porém, inúmeras pesquisas científicas já comprovaram que o composto - produzido naturalmente pelo organismo - não é prejudicial à saúde se ingerido com moderação.

As pesquisas da USP constataram a segurança da creatina. Não houve nenhum tipo de prejuízo à saúde dos pacientes que ingeriram o composto, em doses de cinco gramas por dia, ao longo de três meses. Uma possível sobrecarga das funções renal e hepática também não foi observada. "Um terço dos pacientes tinha doença renal crônica e mesmo assim não foram constatados problemas ou alterações. O mesmo vale em relação ao fígado", aponta Gualano. "A creatina tem um potencial terapêutico excepcional e pode ser essencial no tratamento de muitas doenças caracterizadas por perdas de força, massa muscular, cognição, massa óssea e sensibilidade à insulina."

Fonte: Veja Saúde

Especialistas recomendam exercício físico a pacientes com hérnia de disco

Quem sofre com hérnia de disco não apenas pode, mas deve praticar exercício físicos, recomendam especialistas. O fisioterapeuta Helder Montenegro sugere a essas pessoas que se matriculem em academias. Montenegro explica que o exercício compensa a fraqueza muscular típica dos pacientes com hérnia de disco.

"É comprovado que esses músculos profundos (de pessoas que sofrem com hérnia de disco) estão atrofiados. Então não tem milagre, tratamento nem cirurgia que cure essa atrofia muscular. o que resolve essa fraqueza muscular que provoca a dor é o exercício", diz Motenegro.

O economista Miguel Logullo, que tem hérnia de disco há 11 anos, conta que melhorou a qualidade de vida após iniciar os exercícios. "Hoje me sinto bem melhor. Trabalho, malho, ando de bicicleta... tenho uma vida normal", diz Logullo.

O educador físico Rossman Cavalcante diz que paciente com hérnia de disco que pratrica exercício diariamente sofre menos com as dores da patologia. "(O exercício) prepara para que o risco de novas crises seja reduzido, que essas crises venham como uma magnitude menor e que o paciente passe menos dias impedido de operar suas atividades físicas do dia a dia."

Os médicos recomendam uma consulta antes de iniciar atividades físicas para saber os cuidados necessários. Durante os exercícios, é importante ser acompanhado de perto por um educador físico, manter a postura correta, e respeitar os limites do corpo, que varia para cada praticante.

A hérnia de disco é causada pelo desgaste dos discos das vértebras da coluna, causando dor principalmente nas regiões lombar e cervical, as áreas mais expostas a movimentos repetitivos e suportam mais peso do corpo. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 5 milhões de brasileiros sofrem com essa patologia.

Fonte: G1

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Tipos de Ginástica Aeróbica

Alto impacto ou high impact

Faz-se insistência no trabalho cardiovascular, os pés perdem contato com o chão e o centro de gravidade sobe e desce. As pernas fazem movimentos de flexão e extensão.

Baixo impacto ou low impact

Depois da aparição do aerobics e devido à sua agressividade, às vezes de suas técnicas e/ou o tempo em que se impactava no lugar (o que trazia lesões) combinaram-se técnicas que obtiveram como resultados o low impact, no qual os pés estão sempre em contato com o piso.

Combo

É uma combinação de alto e baixo impacto.

CardioFunk

Resgata elementos do jazz, salsa, disco, afro, etc. Se apóia na utilização de movimentos rápidos, curtos, e marcados com a combinação de braços, pernas e tronco.

Step training

É a derivação do banco sueco, sempre utilizada na prática do treinamento esportivo.
O resgate deste elemento se deve a uma instrutora, Gim Miller, logo depois de produzir uma lesão no joelho quando ensinava high impact pelo que seu terapeuta lhe recomendou como exercício de reabilitação ao subir e baixar um degrau.

Reebook International ltd., conhecida empresa dedicada a produzir calçados e indumentária esportiva, associou-se com Miller e os doutores Lorne e Peter Francis.

Esta equipe desenvolveu um programa equilibrado de treinamento de alta intensidade e baixo impacto que conseguiu lhe dar forma e repercussão internacional.

Também há outros tipos de ginástica como work out (trabalho localizado), interval training (trabalho intervalado aeróbico localizado), circuit training (trabalho em circuitos).

Cada tipo de ginástica deve respeitar as pautas e a técnica a utilizar para evitar lesões, além disso, deve ser de acordo com cada pessoa. Sempre há algum tipo de nível (I, II ou III ) que se adéqüe a cada indivíduo. Ainda hoje a ginástica segue em evolução criando novos métodos, música e técnicas que permitam ampliar as variantes e expectativas (ex. :aerosalsa, cityjam etc.

Traduzido pela equipe Teu Corpo.com.br

Treinamento funcional é baseado nos movimentos diários do indivíduo


De tempos em tempos surgem novas modalidades que exercitam, condicionam e tonificam o corpo. São exercícios específicos que visam se enquadrar nas necessidades de cada indivíduo, trabalhar suas carências e desenvolver habilidades necessárias para um dia a dia mais saudável.

Um tipo de exercício que vem conquistando espaço nas diferentes faixas etárias, principalmente entre as mulheres, é o treinamento funcional, modalidade originária da fisioterapia que ficou mais conhecida no início do século XXI por utilizar a movimentação diária como base para o desenvolvimento do praticante.

“O Treinamento funcional é usado com a finalidade de preparar fisicamente ou melhorar as habilidades do aluno. São exercícios que movimentam mais de uma articulação, realizado em diferentes planos e com diferentes ações musculares”, explica Ricardo Gomes Machado, professor de educação física e personal trainner.

Esse tipo de treinamento pode ser direcionado a todos os tipos de faixas etárias. No caso de atletas, o direcionamento dos movimentos é voltado à modalidade de competição, em idosos será direcionado às ações cotidianas, tais como sentar e levantar de uma cadeira, carregar sacolas de supermercado, entre outros.

“Os praticantes têm resultados satisfatórios como a mudança da consciência corporal, que diminuio risco de lesões, uma maior flexibilidade, resistência, equilíbrio, força, coordenação e velocidade, além de acelerar o processo de queima calórica, ajudando no emagrecimento”, conclui Gomes.

Fonte: Helplink

terça-feira, 13 de setembro de 2011

A importância de praticar exercícios físicos na infância


A prática de exercícios e atividades físicas para crianças e adolescentes é indicada, no entanto é preciso alguns cuidados, pois há atividades adequadas para cada fase.

Na faixa etária dos três aos sete anos, a criança pode e deve participar de atividades que envolvam saltos, corridas e caminhadas. E quanto a prática de esportes, o futebol, o vôlei e a capoeira contribuem para o desenvolvimento e equilíbrio. Já para crianças entre seis e dez anos, surge a possibilidade de aprenderem novas habilidades motoras.

Segundo Jafferson dos Santos, tecnólogo em Medicina Esportiva da Prolab - Centro Diagnóstico Cardiológico, durante a infância devem ser priorizadas as atividades lúdicas, para que os exercícios físicos se tornem prazerosos.

De acordo com estudos, os benefícios da prática de exercícios físicos na adolescência são diversos. Recomendam-se atividades como caminhadas, corridas e ciclismo e que sejam praticadas pelo menos três vezes na semana.

Outra sugestão é ajudar nas tarefas domésticas e a praticar jogos ou brincadeiras. "Adolescentes que praticam exercícios dormem melhor, em função do aquecimento corporal provocado pela atividade física. Além disso, os que se exercitam têm mais autoestima, maior cuidado com a aparência física e possuem uma qualidade de vida melhor", explica Santos.

Atenção e alguns cuidados na hora das atividades físicas das crianças e adolescentes devem ser redobrados pelos pais e professores. Não permitir que os exercícios sejam realizados de forma errada e excessiva, é um deles, pois assim podem ser evitadas lesões musculares, pois a estrutura óssea, ainda não está bem formada. E assim proporcionar nesta fase, a prática de exercícios e esportes para uma vida saudável.

Fonte: Comportamento & Saúde

Exercícios físicos no combate a dor de cabeça e enxaqueca


As universidades federais de Santa Catarina e São Paulo divulgaram recentemente uma pesquisa que relaciona a incidência de dores de cabeça entre os brasileiros e os seus hábitos. A pesquisa foi realizada com 3.848 pessoas em todo o Brasil, de ambos os sexos, com idades entre 18 e 79 anos. O resultado: aqueles que não praticavam nenhum exercício físico apresentaram 43% mais enxaqueca e 100% mais cefaléia crônica com crises diárias, do que os demais.

Esta pesquisa prova o que muita gente já sentiu na própria pele. Quem já frequentou academia ou praticou algum esporte por algum tempo deve ter notado que ao interromper estas atividades sente mais dores pelo corpo e cansaço. No início, não notamos, e talvez você ainda não tenha notado. Mas, faça um balanço dos últimos meses e tente recordar quantas vezes já reclamou de dor nas costas, cabeça, joelhos. Agora, lembra do tempo em que você tinha uma vida mais ativa? Fora aquela dorzinha muscular, havia tanta reclamação assim?

A explicação científica para isto está em seus neurônios. Os exercícios aumentam a produção de substâncias capazes de aliviar as dores e que proporcionam o bem estar. Além disso, atividade física melhora a circulação sanguínea, provocando o aumento da oxigenação cerebral. Que maravilha, não?

Para quem sofre com as dores de cabeça, os exercícios mais indicados são aeróbicos, como a caminhada, a natação e a corrida de baixo impacto. Se o seu objetivo for apenas sair do sedentarismo, pratique ao menos 30 minutos diários, três vezes por semana. Se quiser aliar uma vida mais saudável a perda de peso, então precisará aumentar um pouquinho a carga de exercício conforme seus objetivos. O ideal é procurar um médico ou uma academia para fazer uma avaliação física. Só não vale ficar parado!


Fonte: Ser Vitali

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Pausa para exercício aumenta a produtividade no trabalho



Dedicar um tempo do horário de trabalho para fazer atividade física pode aumentar a produtividade no emprego. É o que demonstra um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Estocolmo e do Instituto Karolinska, na Suécia, e publicado no periódico Journal of Occupational and Environmental Medicine.

De acordo com o estudo, é possível usar um tempo determinado no trabalho para praticar algum exercício ou para outras medidas de promoção de saúde, conseguindo, ainda assim, alcançar níveis de produção mais elevados. Atingir a mesma produção, com menos horas de trabalho, já significa uma maior produtividade. Além disso, os profissionais se beneficiam também de um melhor quadro de saúde, devido à atividade física.

“Esse aumento de produtividade acontece porque se faz mais em menos tempo, talvez por causa de um ganho de energia, de vigor, mas, por outro lado, também em função de um menor número de abstenções por causa de doenças”, dizem Ulrica von Thiele Schwartz e Henna Hasson, responsáveis pelo estudo.

Pesquisa - No estudo, dois consultórios dentários foram convidados a dedicar 2,5 horas por semana à atividade física, distribuídas em duas sessões. Um outro grupo de profissionais teve ainda a mesma diminuição nas horas de trabalho, mas sem o exercício físico obrigatório. Um terceiro manteve suas horas de trabalho usuais, de 40 horas por semana.

Os resultados mostram que os três grupos foram capazes de manter ou mesmo aumentar seus níveis de produção - neste caso, o número de pacientes atendidos, durante o período de estudo em comparação ao ano anterior. Aqueles que se exercitaram também relataram melhorias na produtividade e na sua autoavaliação – eles perceberam que conseguiram fazer mais no trabalho, foram mais capazes e ficaram menos doentes.

Fonte: Veja

Bambolê para perder peso

Inventado há aproximadamente 3 mil anos, o bambolê foi usado por egípcios como uma forma de brincadeira, mas foram os gregos que, além da diversão, o usava para perder peso e ficar em forma. Uma pesquisa apresentada na 58ª reunião anual do Colégio Americano de Medicina do Esporte estudou que intensidade seria necessário imprimir para que o exercício queime, de fato, calorias.

“Já popular nas antigas civilizações, foi redescoberto apenas na década de 1950”, diz John Porcari, Ph.D., principal autor do estudo. “Hoje, o bambolê está se tornando uma forma popular de exercício em grupo, com coreografias. Agora estamos buscando determinar os efeitos que ele tem sobre a aptidão física e se, dependendo da intensidade, ajuda ou não com problemas cardiovasculares”.

Porcari e seus colegas da Universidade de Wisconsin (EUA) examinaram 16 mulheres (com idades entre 16 anos e 59 anos) que participaram regularmente de aulas coreografadas usando um bambolê. Eles descobriram que "bambolear" apenas 30 min é suficiente para queimar 210 cal, o mesmo que caminhar a 7 km/h (algo como quando você está apressado). E os batimentos cardíacos sobem para 151 por minuto, o que comprova que o bambolê é capaz de manter o "condicionamento físico" do coração.

A vez da maconha natural

Você já deve ter sentido aquela sensação de bem-estar depois de correr intensamente. Ou não? Durante décadas, os pesquisadores creditaram o aparecimento desse estado, que eles dizem lembrar a condição em que se fica quando se toma drogas, a um grupo de substâncias chamadas de endorfinas. Compostos fabricados pelo corpo e que agem como a morfina, elas seriam as causadoras do chamado runners high, algo que poderia ser traduzido como “chapação da corrida”. Mas agora, ao que tudo indica, o papel das endorfinas está sendo colocado em xeque.

Cientistas afirmam que essas substâncias são grandes demais, de modo que não conseguem invadir o cérebro, o que significa que elas não causariam mesmo esse tremendo bem-estar. Os novos candidatos são compostos chamados de canabinoides, nome inspirado na Cannabis, a maconha, já que os efeitos deles são parecidos aos da droga. Sim, o corpo produz canabinóides quando se corre intensamente, e seriam eles os causadores da euforia gerada pela corrida. Você acredita?

Fonte: Sport Life

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Lesões da cartilagem do joelho e o exercício físico extenuante

No geral, a definição de patologias femoropatelares é confusa. Assim, quando falamos em luxação de patela ou sensação de “patela solta”, estamos falando de maneira genérica de uma série de patologias. Por exemplo: luxação traumática, luxação recidivante, subluxação, condromalácia patelar, dor anterior do joelho, mal alinhamento do aparelho extensor e assim por diante. São patologias que se confundem com sintomas e sinais de instabilidade.

Se considerarmos o joelho como um órgão efetor, ou seja, um órgão cuja função é transmitir, absorver e redirecionar forças no membro inferior, essa articulação se torna uma estrutura extremamente funcional. Por isso, o tratamento das disfunções do joelho tem como objetivo principal a restauração da função como um todo, e não apenas “prender” a patela na sua posição. Vamos entender melhor: a faixa de carga indolor compatível com o equilíbrio estrutural e fisiológico dos tecidos de uma articulação sem causar lesão é denominada “envelope de função”. A restauração do envelope de função da forma mais segura possível é vista como a principal finalidade do tratamento para pacientes com dor femoropatelar.

Scott Dye (1996) compara o joelho a uma transmissão mecânica biológica, cujo propósito é aceitar, redirecionar e dissipar cargas biomecânicas do corpo. Trata-se de uma grande superfície de sustentação deslizante, com um sistema de transmissão vivo de automanutenção e autorreparação. Os ligamentos podem ser visualizados como um sistema articulado e sensitivo, e os meniscos, como superfície sensitiva móvel. Os músculos funcionam como motores celulares, que transmitem forças através do joelho ao mesmo tempo em que agem para absorver e dissipar cargas.

Novas evidências da Europa e América do Norte indicam que o uso excessivo de estruturas como a patelofemoral pode levar à perda de equilíbrio tanto de tecido ósseo quanto de tecidos moles, como cartilagens, músculos, ligamentos e tendões. Existem muitas técnicas cirúrgicas para o tratamento da instabilidade femoropatelar descritas na literatura, mas a cirurgia dessa articulação é difícil e não tem parâmetros objetivos que definam sua necessidade. Embora seja indispensável em casos mais graves e de luxação recidivante, pesquisadores têm concluído que a cirurgia pode beneficiar o paciente em curto prazo, mas a longo prazo o joelho se torna pior, pela maior incidência de osteoartrite.

Por outro lado, os tratamentos conservadores clássicos, representados por programas de fisioterapia convencional, têm alcance limitado. São muito eficientes na fase de dor e edema e representam um papel muito importante na nossa abordagem. Entretanto, com o passar do tempo, tornam-se repetitivos, desestimulando os pacientes. Por esse motivo, eles abandonam o tratamento, perdem eficiência funcional e voltam a apresentar sintomas. Esses episódios sintomáticos se repetem até que se decida pelo tratamento cirúrgico na tentativa de controlar a disfunção.

Isso nos revela dois aspectos importantes: (1) a melhora da função pode ser alcançada com exercícios. A dificuldade está em manter os exercícios ao longo da vida, e (2) a falta de informação sobre a patologia e de comprometimento do paciente no seu tratamento. Partindo da premissa de que a restauração da eficiência muscular coloca o paciente em seu envelope de função, o ideal é estimular e valorizar alternativas de tratamento que mantenham a eficiência muscular de forma agradável aos pacientes, principalmente com a prática de alongamento de grupos musculares, fundamentais para o equilíbrio das forças durante movimentos do joelho.

A aplicação de métodos convencionais exige uma participação ativa do paciente, já que os primeiros resultados são vistos somente após 6 a 9 meses. É necessária uma mudança de atitude na sua vida pessoal, com a prática de atividades físicas de forma regular e organizada para que sua função articular permaneça dentro de seu envelope de função. O programa de tratamento deve ser individualizado, proporcionando ao paciente achar seu envelope de função e programa de exercícios que o tornem assintomático.

Referências
Mello W, Prado AMA. Tratamento Conservador da Instabilidade Fêmoro-Patelar. Revista do joelho. 2006 Set/Out/Nov; 6 ed. - Dye: The Knee as a Biologic Transmission With an Envelope of Function – A Theory. Corr. 1996; 323: 10-18.


Fonte: Jornal da Manhã

Pratique exercícios físicos durante a TPM e alivie os sintomas

O mau humor, as cólicas e o inchaço da TPM costumam desanimar até mesmo a mais exímia esportista. No entanto, fazer um esforço a mais para continuar os exercícios pode ser muito benéfico: trabalhos científicos mostram que a prática de atividade física ajuda a atenuar os sintomas dessa fase do ciclo menstrual.

Um deles, realizado pela University of British Columbia, no Canadá, submeteu oito mulheres a corridas de, aproximadamente, 20 km semanais. Depois de seis meses, todas elas relataram menores episódios de dores na mama e irritabilidade na semana que antecede a menstruação. "Esses benefícios ocorrem porque o exercício físico gera um aumento da taxa metabólica e favorece a circulação sanguínea. Consequentemente, há uma otimização do transporte de oxigênio e nutrientes essenciais, melhorando, assim, todas as funções vitais", justifica Emerson Bisan, personal trainer e diretor da Nova Equipe Assessoria Esportiva.

Outra explicação para a melhoria é a liberação de hormônios proporcionada pela atividade física, principalmente a endorfina - hormônio diretamente ligado à sensação de prazer. Mesmo na hora do alongamento, esse hormônio entra em ação, já proporcionando o bem-estar.

Mas, e as cólicas?

Quando a cólica ataca, muitas vezes, a última vontade é de se mexer com exercícios. Mas saiba que exercitar, em especial, a região pélvica, proporciona alívio para as dores abdominais. A educadora física Roberta Mateus Calado Bacarin, da academia Contours, em São Paulo, afirma que fortalecer o abdômen é uma boa saída.

Roberta ensina um exercício, que será feito com o apoio de uma bola de pilates ou estepe. Deite em um colchonete e apóie os pés na bola ou no estepe. Em seguida, eleve os quadris - tirando o bumbum do chão, mas mantendo as costas apoiadas. "Esse exercício alonga a região da pélvis. Ele também faz contração de glúteos e alongamento da parte abdominal", explica a educadora física.

Dê um "chega pra lá" no mau humor, ansiedade e vontade de comer doces

Nesse período do ciclo menstrual, também é comum que ansiedade, tristeza e mau humor assolem a mente feminina. Para aliviar esses fenômenos, invista em atividades que a relaxem. "No caso da ansiedade, angústia e mau humor, são recomendadas atividades de relaxamento dos músculos e da mente, como ioga, alongamento, técnicas de meditação e respiração", aconselha Emerson.

Se o objetivo é reduzir a voracidade por doces, continua o personal trainer, invista em atividades aeróbicas, que, além de liberarem endorfina, reduzem o cortisol, hormônio relacionado ao estresse - que pode incentivar o desejo por guloseimas. A endorfina, por estabilizar os níveis de glicose no sangue, ajudará a diminuir a vontade de abocanhar doçuras. "A corrida é muito indicada, desde que moderada", aconselha Roberta.

O inchaço também é uma constante de muitas mulheres durante esse período e, com ele, as dores nos seios. Para resolver esse problema, Roberta Bacarin também indica exercícios aeróbicos. Uma boa opção é a cama elástica ou estepe, que movimentam o corpo. "É como se o líquido retido circulasse. A circulação melhora, aumenta a pressão dentro do corpo e, com isso, há liberação do líquido", explica a educadora física.

Agora, se o seu problema for com as dores de cabeça, o melhor a ser feito é pegar mais leve. Exercícios mais intensos aumentarão a circulação e a pressão arterial, ocasionando a piora da dor. Por isso, respeite os seus limites.

Para aquelas que já praticam atividades físicas, a adaptação pode ficar mais fácil. "Em alguns casos, basta reduzir a intensidade e o volume de sua atividade habitual para melhorar os sintomas", sugere Emerson.

Também vale lembrar que as melhoras, segundo a educadora física Roberta, são gradativas. Ou seja, elas irão desaparecendo aos poucos, a cada ciclo, de acordo com o seu empenho em se mexer.


Fonte: Minha Vida

Exercícios físicos na madrugada exigem preparação especial

Para fugir do sedentarismo sem alterar a rotina de trabalho, muitas pessoas - especialmente moradores de grandes cidades - têm optado por se exercitar à noite ou, até mesmo, na madrugada.

Segundo o fisiologista Paulo Roberto Silva, da área de medicina esportiva do Instituto de Ortopedia do Hospital das Clínicas da FMUSP, ligado à Secretaria de Estado da Saúde, os exercícios controlados são sempre bons à saúde, desde que o sono esteja em dia e uma boa alimentação tenha sido feita.

O alerta é importante. O fisiologista ressalta que a falta de tempo tem atraído clientes às academias 24 horas, mas se a atividade for feita com o corpo cansado e mal nutrido, o que era para ser bom pode ter resultado diferente. "Sem uma noite de sono reparadora, a sobrecarga de estresse acumulada no dia e o esforço gerado pelos exercícios físicos vão prejudicar o sistema imunológico", explica.

Sobre a alimentação, o fisiologista lembra que durante a madrugada e antes de dormir o ideal é comer pouco. Entretanto, para isso, é necessário, durante o dia, uma boa base alimentar. "Alimentos que contenham zinco, como arroz, maçã, castanha e chás, são fundamentais para quem vai se exercitar após o trabalho, pois eles ajudam a diminuir a quantidade de cortisol, o hormônio ligado ao estresse humano", observa, acrescentando que o excesso de cortisol no organismo afeta principalmente o coração.

Paulo Roberto ressalta que, apesar do aumento das inscrições nas academias 24 horas, o número de desistências também é alto. "Pelos desquilíbrios causados pela falta de sono ou pela má alimentação, o corpo começa a não render como deveria. O indivíduo acaba se afastando, pois falta disposição e ânimo para desenvolver um trabalho constante", finaliza.

Fonte: Secretaria de Estado da Saúde

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Recupere mais rápido

Isotônicos - 500 ml de uma bebida isotônica fornecem cerca de 40 g de carboidratos. Quando escolher, prefira uma cuja fórmula contenha maltodextrina e dextrose e pelo menos 200 mg de sódio. Isso o ajudará a recarregar as reservas de glicogênio e a repor a água e o sódio que foram perdidos pelo suor.

BCAAs - Estimulam a síntese proteica e promovem a recuperação muscular. Quando aliados aos carboidratos, aceleram a reposição de glicogênio nos músculos. Tome de 3 g a 5 g logo após os exercícios.

Magnésio – Um dos eletrólitos perdidos pelo suor, o magnésio é importante para a contração e para o relaxamento muscular. Inclua na dieta tâmaras e amêndoas e, antes de provas longas, invista em um suplemento que o contenha, como o aspartato de magnésio, rico nesse mineral. A dose diária recomendada é de 400 mg.

Fonte: Sport Life

Ricota: o queijo pró-exercício

A ricota é um queijo com pouca gordura, que resulta do soro extraído do queijo. Mais: fabricada quase que somente a partir da albumina, é facilmente digerida pelo organismo e ideal em dietas de emagrecimento.

Vantagens:
- É rica em minerais, principalmente o cálcio e o fósforo;
- Tem proteínas e aminoácidos essenciais para o organismo. Por isso, é uma boa alternativa para os vegetarianos;
- Ajuda na recuperação depois dos exercícios físicos, graças aos altos níveis de proteínas;
- Ajuda a controlar o peso. A ricota tem bem menos calorias do que a maioria dos queijos;
- Quase não provoca reações alérgicas;
- Por ter pouca gordura saturada, é recomendada para quem tem problemas cardiovasculares ou colesterol alto.
Karina Bernardino

Fonte: SportLife

Exercícios físicos reduzem o aparecimento de varizes

Muito se fala sobre atividades físicas e o aparecimento de problemas circulatórios, especificamente as varizes. Fatores como levar uma vida sedentária, alimentação inadequada, problemas genéticos, gravidez, viagens muito longas, anticoncepcionais, na musculação podem ocorrer casos, treino muito intenso e praticado de forma incorreta isso também inclui a respiração.

Uma respiração abdominal correta consiste numa expiração total sempre que haja contração do abdome. O que mais notamos é que as pessoas não “soltam” o ar durante a contração abdominal. Deste modo, o ar reprimido aumenta a pressão intra-abdominal, dificultando o retorno venoso. Isso somado aos outros fatores gera como principal conseqüência as varizes. O que é certo é que mesmo fazendo muito exercício, não se previne o aparecimento de varizes, mas reduz os riscos e o surgimento é mais lento.

Em todo o caso, para quem sofre deste tipo de problemas, com certeza que já ouviu dizer que é possível remover as varizes com cirurgia só que é algo arriscado. Novamente, isso não é verdade. Existem cirurgias que removem estas varizes rapidamente sem qualquer tipo de problema. Este tipo de cirurgia é aconselhável a quem pratica atividades físicas, não só pelo aspecto das mesmas como também ao retirar as varizes, a sua corrente sanguínea irá fluir sem grandes dificuldades, ajudando assim em qualquer tipo de esforço físico que exerça.

O que já foi provado é que as mulheres têm mais tendência em terem varizes do que os homens, inclusive após a gravidez devido à alteração hormonal. Por isso é que é importante não deixar de fazer exercício físico durante a gravidez. A eliminação de varizes apenas é feita de forma cirúrgica, não existem pomadas que removam varizes. Uma pessoa com varizes é o primeiro passo para ser vítima de uma trombose, pelo que é necessário ter muito cuidado caso se sinta mal. É importante este tratamento não só pelo aspecto, como também pela condição física, para que continue saudável e consiga dar o seu máximo durante os treinos de musculação.

Fonte: Mato Grosso Notícias

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Cuidados: Exercício Físico X Baixa Umidade do Ar

Este mês para quem pratica atividade física, tem sido difícil não desanimar. A baixa umidade do ar provoca sensações, como a secura na boca, cansaço entre outras que acabam desestimulando a prática de exercícios. Mas calma, não precisa desistir! Alguns cuidados farão com que você continue ativo nesse período de baixa umidade.

A umidade relativa do ar é um fenomeno típico de primavera. O Sudeste e o Centro-Oeste são caracterizados por invernos secos e início de primavera quentes e secos também.




Esta mudança na umidade do ar prejudica todo o aparelho respiratório, por isso quem apresenta algum tipo de doença respiratória deve seguir todas as recomendações e cuidados ao fazer exercício físico nesses meses com poucas chuvas e tempo seco.

O ideal nesse período é praticar exercícios vestindo roupas claras e de tecidos leves, hidratar-se constantemente, evitar fazer exercícios físicos ao ar livre entre 11 e 15 horas e praticar atividade física principalmente num período de 06 às 10 horas da manhã e após as 18 horas. Já para os atletas de alto rendimentos os cuidados devem ser ainda maiores; como a ingestão maior de vitamina C, pois há um aumento das secreções e quem apresenta tendência à asma ou bronquite pode desencander um processo dessas doenças ou um processo alérgico. Outra dica é buscar sempre manter a mucosa da boca hidratada, molhando os lábios com um pano úmido ou com água.

PROBLEMAS DECORRENTES DA BAIXA UMIDADE DO AR EM ATIVIDADES FÍSICAS

■Complicações alérgicas e respiratórias devido ao ressecamento de mucosas;
■Sangramento pelo nariz;
■Ressecamento da pele;
■Irritação dos olhos;
■Eletricidade estática nas pessoas e em equipamentos eletrônicos;
■Dor de cabeça;
■Ardência na garganta;
■Garganta seca;
■Mal estar e ansia de vomito;
■Cansaço excessivo

Fonte: Saúde e Boa Forma

Exercício físico combate a exaustão

O estresse é um dos grandes problemas da vida moderna e também é o responsável por outro problema que ataca muito as pessoas neste século 21: a exaustão.

Exaustão pode ser considerada como o cansaço excessivo em função do acúmulo de trabalho e das tensões naturais do dia a dia. Uma boa forma de combater esse inimigo é a atividade física. E a famosa e antiga desculpa da falta de tempo não cola, pois a maioria dos especialistas afirma que bastam 30 minutos, de três a quatro vezes por semana, para que os resultados sejam atingidos.

A prática física, além de deixar o indivíduo mais disposto e aumentar a qualidade do sono, ainda auxilia a melhorar o estado psicológico geral da pessoa.

Fonte: R7

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Exercício físico previne impacto negativo do estresse sobre a longevidade


Cientistas da University of California, nos Estados Unidos, descobriram que praticar exercícios físicos pode evitar o encurtamento dos telômeros, uma medida do tempo de vida da célula e da longevidade humana, normalmente afetada pelo estresse psicológico.

A equipe se concentrou em três grupos: mulheres na pós-menopausa que foram as principais responsáveis por um membro da família com demência; jovens e adultos de meia-idade com transtorno de estresse pós-traumático; e mulheres saudáveis, não-fumantes entre 50 e 65 anos.

Os pesquisadores examinaram os telômeros em leucócitos ou células brancas do sangue, do sistema imunológico, que defendem o organismo contra os agentes infecciosos e danos às células.

"Nossos resultados sugerem que eventos traumáticos crônicos e estressantes são associados com o encurtamento dos telômeros nas células do sistema imunológico, mas que a atividade física pode moderar este impacto", disse o co-autor Jue Lin.

Os telômeros são pequenas unidades de DNA nas extremidades dos cromossomos que protegem e estabilizam os cromossomos. Cada vez que uma célula se divide, alguns telômeros são dispensados. Após um determinado número de divisões celulares, que varia dependendo do tipo de célula, os telômeros atingem um comprimento crítico e a célula normalmente morre. Às vezes, porém, as células deixam de se dividir e estão sujeitas a instabilidade no genoma, promovendo a inflamação no corpo.

Cientistas já sabem há mais de uma década que o comprimento dos telômeros em células do sistema imunológico é um marcador do envelhecimento celular. Nos últimos anos, eles descobriram que os telômeros mais curtos são associados a uma ampla gama de doenças relacionadas ao envelhecimento e é preditivo de incidência e prognóstico das doenças cardiovasculares e uma variedade de cânceres.

Um estudo realizado em 2004 revelou que o estresse psicológico pode afetar o comprimento dos telômeros em células do sistema imunológico. Nele, os pesquisadores relataram que a percepção do estresse psicológico em mulheres cuidadoras de crianças cronicamente doentes estava relacionada com telômeros mais curtos nos linfócitos, células chave do sistema imunológico. Esses dados ofereceram a primeira evidência de que a manutenção dos telômeros potencialmente media os efeitos prejudiciais do estresse sobre a saúde.


Ensaios clínicos

Na presente pesquisa, os pesquisadores seguiram por dois anos 63 mulheres saudáveis na pós-menopausa que foram responsáveis por um membro da família com demência. Em uma análise anterior de 36 dessas mulheres, o pessimismo foi associado com altos níveis de uma proteína pró-inflamatória frequentemente associada com estados de envelhecimento, doenças e com telômeros curtos.

Em uma análise recente e separada de todo o grupo de mulheres, um aumento no estresse percebido foi relacionado a um aumento na probabilidade de ter telômeros mais curtos apenas nas mulheres que não se exercitavam. Entre aquelas que praticavam exercício, o estresse não esteve relacionado com o comprimento dos telômeros.

Um segundo estudo analisou 43 pessoas com idades entre 20 e 50 anos com transtorno de estresse pós-traumático crônico. Eles foram comparados a 47 indivíduos sem PTSD. Os resultados mostraram uma relação entre TEPT e o comprimento curto dos telômeros. Mas ainda mais interessante, a conclusão mostrou que, nestes adultos, a exposição ao trauma de infância - ou antes dos 14 anos - também foi associada com o encurtamento dos telômeros e responsável pela ligação entre o TEPT e os telômeros.

Um terceiro estudo analisou dados de 251 mulheres saudáveis, não-fumantes, com idades 50 e 65 anos e níveis variados de atividade física. Os resultados mostraram que mulheres que não se exercitavam e com história de abuso na infância tinham telômeros mais curtos do que aquelas sem histórico de abuso. Mas, nas mulheres que se exercitavam regularmente, não houve relação entre abuso sexual na infância e o comprimento dos telômeros, após o controle de índice de massa corporal, renda, escolaridade e idade.

"Nós vimos uma relação entre trauma na infância e o comprimento curto dos telômeros, mas o relacionamento parece desaparecer nas pessoas que se exercitam vigorosamente pelo menos três vezes por semana", afirmou Lin.

Fonte: Saúde.net

Veja dicas de exercício físico na gravidez



Quando a gravidez é descoberta, a mulher deve continuar com o mesmo ritmo de vida? Quem pratica exercícios, pode continuar? É importante a atividade física para a gestante? São dúvidas que costumam atormentar a cabeça das futuras mamães.

Quem já pratica atividade física pode e deve continuar, mas deve diminuir a intensidade dos exercícios, a não ser em caso de alguma contraindicação, como presença de sangramentos ou dores fortes.

O médico deve sempre ser consultado a respeito. Ter uma atividade física na gravidez é muito importante, pois ajuda no controle de peso e diminui a chance de desenvolvimento de doenças que podem surgir nesse período, como o diabetes gestacional.

Os exercícios só devem ser praticados com ajuda de um profissional. Existem atividades físicas mais indicadas como a hidroginástica, yôga, pilates, exercícios aeróbicos leves e musculação com pequenas cargas. Exercícios aeróbicos são permitidos desde que a gestante realize um controle rigoroso da frequência cardíaca.

Fonte: R7

Exercício físico é bom remédio contra depressão, diz estudo

A prática de exercícios físicos é tão eficiente no controle da depressão que pode funcionar até como um tratamento paralelo à medicação. É o que descobriram pesquisadores do Centro Médico UT Southwestern, nos Estados Unidos. De acordo com a pesquisa, publicada no periódico especializado Journal of Clinical Psychiatry, a atividade física pode funcionar como um segundo medicamento aos pacientes que não respondem satisfatoriamente à primeira medicação aplicada após o início do tratamento.

Segundo os cientistas responsáveis pela pesquisa, tanto os exercícios leves como os moderados, se feitos diariamente, funcionam tão bem quanto a inclusão de uma nova droga ao tratamento. O tipo e o nível do exercício a ser incluso da terapia, no entanto, dependem das características de cada paciente – incluindo até mesmo o sexo. “Muitos pacientes que começam a tomar antidepressivos se sentem melhor após o início do tratamento, mas não tão bem quanto antes do começo da depressão”, diz Madhukar Trivedi, professor de psiquiatria e coordenador da pesquisa. De acordo com o especialista, o estudo conseguiu mostrar que inserir a prática rotineira do exercício físico pode ser tão efetivo quanto incluir uma segunda medicação à terapia. “Parte dos pacientes prefere a atividade física, porque o exercício pode ainda fornecer um efeito positivo à saúde global dela.”

Levantamento – Os pesquisadores analisaram voluntários com diagnóstico de depressão que tinham entre 18 e 70 anos. Todos não haviam respondido bem à primeira medicação. Eles foram, então, divididos em dois grupos e receberam níveis diferentes de atividade física durante 12 semanas. As sessões eram supervisionadas por profissionais capacitados e acrescidas de atividades também em casa.

Os participantes se exercitaram em esteiras, bicicletas ergométricas ou em ambos e mantiveram um diário on-line com frequência e duração das sessões. Eles usaram ainda um monitor cardíaco enquanto se exercitavam em casa e mantinham consultas frequentes com psiquiatras durante a pesquisa.

Ao fim da investigação, cerca de 30% dos pacientes em ambos os grupos atingiram uma remissão completa da depressão e outros 20% tiveram uma melhora significativa. Os exercícios moderados foram mais eficazes para mulheres com um histórico familiar de doença mental, enquanto o exercício intenso foi mais eficaz para mulheres que não tinham histórico de depressão na família.

Para os homens, as atividades mais intensas foram mais eficazes, independente do histórico familiar. “Esse é um resultado importante, porque descobrimos que o tipo de exercício necessário depende de características específicas do paciente, isso significa que o tratamento precisa ser adaptados para cada paciente”, diz Trivedi.

Fonte: Veja

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Exercícios na água são bons para grávidas

Realizar exercícios físicos traz benefícios tanto para a mulher quanto para o bebê. Entre eles estão a diminuição das complicações obstétricas, maior controle do ganho de peso da mãe e melhora no condicionamento físico e do estado psicológico e social.

Alguns dos melhores exercícios são aqueles feitos na água, como natação e hidroginástica, pois evitam a força da gravidade, agindo sobre o corpo combatendo as dores lombares e o inchaço. Outro exercício muito bom para as grávidas é a ioga, pois auxilia na manutenção do tônus muscular e melhora a flexibilidade.

A caminhada também pode ser recomendada. Mas atenção: ao decidir iniciar uma prática física a gestante deverá procurar antes a orientação de um médico para definir a rotina e intensidade dos exercícios e contar com o acompanhamento de um profissional de educação física durante a prática, pois as atividades devem se adaptar ao período da gestação.

Fonte: R7

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Mulheres lotam aulas - e ringues - de lutas



Lutar não é mais só coisa de homem. A mulherada agora lota aulas de boxe, muay thai, jiu-jítsu e até de Mixed Martial Arts (o antigo vale-tudo). E não é apenas por condicionamento físico, para bater num saco de areia ou pular corda. Elas têm subido no ringue e feito "luva" (termo para o treino que simula uma luta, com soco na cara, joelhada na barriga, chute na coxa).

O fenômeno é novo nas academias. "Há dois anos, quase não havia alunas nos treinos", diz o lutador de muay thai Ivam Batista, professor da Fight Club, em Perdizes. "Hoje, as aulas têm várias moças. No meu horário mais cheio, com 22 praticantes, há mais mulheres do que homens."

Segundo as academias paulistanas ouvidas para a reportagem, faz cerca de cinco anos que começou a aumentar a demanda da mulherada por lutas tidas como violentas - a exemplo do boxe, do jiu-jítsu e do muay thai (modalidade que permite joelhadas e cotoveladas). Para se ter ideia de como o esporte virou moda entre as garotas, só dez alunas praticavam alguma modalidade do tipo na Fórmula do Shopping Eldorado em 2005 (onde há aulas do tipo desde 1993; mas, antes, era coisa de homem). Hoje, são 40 que brigam por hobby - quase 25% do total de lutadores da academia.

Moda. "A mania pegou porque as lutas se popularizaram, com a fama do Mixed Martial Arts, e perderam o estigma de serem violentas", afirma Giancarlo Gaeta, lutador e dono da Fight Club, onde há mulheres até nas aulas de vale-tudo. "E também porque as academias começaram a oferecer esse esporte de uma forma mais apropriada para o público feminino."

Segundo ele, que pratica lutas como jiu-jítsu há 40 anos e fundou seu negócio há 15, antes se aprendia o esporte apenas em centros que cheiravam a suor masculino. E os treinadores só queriam ver os alunos distribuírem sopapos em competições.

"Agora, as instalações das academias especializadas são mais limpas e bonitas", conta Gaeta. E os treinos são adaptados para o que as damas querem. "Se a mulher prefere apenas socar um saco para combater o estresse, fazemos uma aula específica. Se quer perder peso, também criamos um treino especial. E também incentivamos as que optam por subir no ringue."

Caso da apresentadora de TV Veridiana Bressane, de 29 anos, que treina boxe, muay thai e jiu-jítsu na Fight Club. "É ótimo colocar a agressividade para fora", diz. Para ela, "trocação" (termo de lutador para quando os atletas combatem) não é só para os meninos. "Gosto da disputa, de ceder aos instintos e da adrenalina." Segundo Veridiana, a luta tem o mesmo efeito relaxante de uma aula de ioga.

Hobby. Mas a aluna não precisa gostar de subir no ringue para entrar na onda. "Eu não tenho tanta sede quanto ela", afirma a personal trainer Liane Mazoni, de 30 anos, que treina muay thai na mesma academia de Veridiana. "Apesar de também subir no ringue às vezes, procuro o esporte mais pelo condicionamento." Uma aula de uma hora e meia queima até mil calorias.

Liane pratica há cerca de dois anos. "Optei pelo thai porque estava enjoada da musculação", conta. "Queria algo diferente e mais divertido."

Fugir da malhação é, aliás, um dos motivos mais citados pelas garotas para migrar para as lutas. "Não é chato como correr na esteira ou levantar peso", defende a professora de natação Anna Aguiar, de 38 anos. Ela pratica jiu-jítsu há três meses na Companhia Athletica do Shopping Morumbi.

Por esse lado, digamos, mais pacífico, o esporte virou hobby até de quem tinha medo de lutar. "Não tinha coragem de entrar no tatame", relata a universitária Natália Sousa, de 21 anos. "Achava que ia me machucar."

Agora, ela, que pratica jiu-jítsu há oito meses, diz adorar os treinos. "Depois que um professor me convenceu a provar uma aula, viciei", conta a estudante. "Vi que não é um esporte violento. Dá para fazer com técnica e sem agressões."

Segurança. "As alunas também procuram o esporte para ganhar autoconfiança e aprender técnicas de defesa pessoal", destaca o lutador Eduardo Leitão, professor da Companhia Athletica. "Minha mulher, por exemplo, começou a fazer aulas em 2002 para se sentir mais segura andando no centro da cidade, onde tinha de ir a trabalho." Hoje, ela é campeã paulista e pan-americana.

Segundo Leitão, as mulheres acham que é importante saber se defender. "Presenciamos muita violência por aí e elas têm de saber agir em determinadas situações." Lutar ainda é bom para ganhar confiança em uma reunião de negócios ou na hora de conversar com o chefe.

"Uma mulher se sente poderosa quando descobre que pode derrubar e dominar um homem em um tatame. E isso é refletido em seu cotidiano, no trabalho, em relacionamentos", garante Leitão.

A modelo e atriz Marina Abdalla concorda. "É bom saber que eu não sou indefesa e frágil", diz ela, que treina muay thai há três meses na Fórmula do Shopping Eldorado. "É claro que isso não é motivo para sair por aí batendo em todo mundo e reagindo a assaltos. Mas essa segurança traz uma sensação boa."

Glossário

Boxe
Só os socos são liberados nesse esporte, que é muito popular nos Estados Unidos (onde nasceram campeões como Muhammad Ali e Mike Tyson).

Jiu-jítsu
De origem japonesa, ganhou sua versão brasileira com os lutadores da família Gracie. O jiu-jítsu foca os conflitos no chão. Como é bem técnico, o praticante não precisa ser fortão para se dar bem.

Muay Thai
É o boxe tailandês. Além dos socos, são liberados chutes, cotoveladas e joelhadas.

Mixed Martial Arts
O antigo vale-tudo, mas com regras que deixam a disputa menos violenta. Essa modalidade permite o uso de qualquer arte marcial.






Fonte: Estadão

Confira 5 dicas para aumentar os seus bíceps



Os bíceps sempre foram símbolo de boa forma e força, um músculo do qual se pode tirar muito proveito na musculação. Você só precisará seguir apenas precisas de seguir estes conselhos:



1. O bíceps é um músculo pequeno, portanto sempre convém sempre acioná-lo ao lado do seu grupo muscular agonista, o dorsal. Inclua elevações com as palmas das mãos voltadas para para você, seguindo a linha dos ombros. Você poderá aplicar grandes cargas e ultrapassar o limiar de estímulo que o seu corpo precisa para, posteriormente, induzir uma fase anabólica de aumento de massa muscular.

2. Faça exercícios variados. Num mesmo treino, use pesos, barra e polias, para “atacar” o músculo em todas as suas porções.

3. De tempos em tempos, inclua um exercício com séries “descendentes”, por exemplo, 4 séries x (3 descidas x 6 rep.). Esse tipo de trabalho recruta fibras que nunca são ativadas. Faça numa polia baixa. Escolha uma carga suficiente para que consiga fazer 6 repetições chegando ao limite. Sem repousar, reduza a carga rapidamente para realizar outras 6, até chegar novamente ao limite e, finalmente, volte a baixar a carga para fazer as últimas 6 repetições. Descanse 2 min e repita tudo até chegar a 4 séries. Você sentirá os bíceps "arder" e o sangue acumular no músculo.

4. Não se esqueça de incluir a rosca concentrada unilateral. É o melhor exercício de isolamento muscular, e o bíceps realiza os seus dois movimentos articulares: flexão de cotovelo e pronosupinação do antebraço. Faça esse movimento de forma lenta e controlada, com uma carga moderada e mantenha a contração no ponto de flexão máxima. Faça a fase excêntrica de descida de forma lenta também. É nessa fase negativa do movimento quando se adquirem os maiores níveis de força.

5. Por fim, se o que procura é força e volume, pare de fazer séries intermináveis. Não só a sua musculatura não crescerá como irá ficar cansado e poderá se lesionar.A melhor opção é sempre apostar na intensidade. A hipertrofia é uma questão de trabalho com alta intensidade. Recomendamos que para esse músculo inclua dois exercícios e entre 8 e 10 séries. No primeiro exercício, use a metadologia da pirâmide e no segundo, uma série convencional ou descendente.

Fonte: Sport Life

Superalimentos: beterraba

Vai correr uma maratona ou pedalar durante horas a fio? Pois um copo de suco de beterraba pode ajudá-lo a suportar essa carga intensa de atividade. Pesquisa feita pela Universidade de Exeter (Reino Unido) mostrou que 500 ml da bebida são suficientes para aumentar a resistência, tornando o exercício menos cansativo e, por isso, permitindo suportar por mais tempo treinos ou provas extenuantes.

O nitrato con­tido no suco do vegetal, concluíram os pesquisadores, le­va à redução do consumo de oxigênio, desacelerando a ve­locidade a partir da qual uma pessoa fica exausta. Quem bebe suco de beterraba suporta até 16% mais exercícios.

Os ci­en­tistas afirmam que a redução do uso do oxigênio foi maior que a conseguida por qualquer outro meio, incluindo o próprio treinamento. Suspeita-se que o nitrato ingerido se transforme em óxido nítrico, reduzindo o custo de oxigênio ge­rado pelo exercício. Mas há um único senão. Tomar a bebi­da em excesso pode levar a urina a ficar avermelhada, situa­ção causada pelo aumento do nível de acidez no estômago.

Em 2008, pesquisa realizada pela London School of Medicine (Reino Unido) mostrou outro benefício do suco: a pressão arterial cai uma hora depois de ele ter sido ingerido.


Fonte: Sport Life